A minha relação com os filmes Toy Story me fez pensar pra qual público ele é feito, pois passa tanto tempo entre um filme e outro, que as crianças que assistiram aos primeiros filmes, também cresceram no decorrer dos anos e talvez não se interessem mais pela franquia. E o primeiro filme saiu quando eu tinha 9 anos e o segundo quando eu tinha 13, então esses dois eu ainda lembro de ter visto na época. Mas o terceiro veio só em 2010, eu tinha 24 anos, ou seja, não me atraiu ver um filme infantil naquele momento. E esse quarto filme aqui, que veio quando eu já estava com 33 anos, nem pensei em ver. Mas agora vendo como um produto feito pra crianças, achei bem interessante. A história acompanha o crescimento do Andy e os bonecos agora estão com a nova dona, que recebeu os bonecos no último filme. E ela acaba fazendo um brinquedo montado de material reciclável, que na verdade é um garfo de plástico que ela transformou em brinquedo. E as confusões acontecem quando o garfo cai na rua junto com o Woody e os dois acabam parando em uma loja de antiguidades. Mas lá tem uma boneca que quer capturar o Woody para roubar a caixa de som interna dele e colocar nela mesma. O filme tem essas aventuras, mas ele também traz uma reflexão sobre como os bonecos se sentem em serem abandonados ou trocados pelos donos no decorrer do tempo.

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