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sábado, 31 de janeiro de 2026
Paulie - O papagaio bom de papo (1998)
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Fora de casa! (2001)
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
Pânico na floresta 4 (2011)
Chegamos onde vários filmes acabam chegando: em um filme de origem. E aqui, é só pra explicar que os canibais vieram de um manicômio, onde acabam sendo soltos depois de uma rebelião. Até que, em algum momento antes do primeiro filme, um grupo de pessoas acaba indo parar lá, sem saber que estava habitado por eles. E o diferente também é que o filme se passa na neve, o que o torna diferente dos três primeiros. Mas em nada o nível de roteiro é relevante pra justificar esse filme, a não ser trazer mais do mesmo: cenas grotescas de mortes horripilantes, enquanto os personagens tomam sempre as piores decisões. E isso nem é uma crítica, se essa for a intenção do filme, acertou em cheio. Só não sei quem tem algum tipo de prazer assistindo esse negócio. Inclusive, é impossível conseguir comer qualquer coisa enquanto assiste, pois pode até dar um mal estar. Mas, pra quem gosta, sem problemas. Só vi pela curiosidade. E esse filme é tão além do normal, que deixa todos os filmes de terror dos anos 70, 80 e 90 parecerendo infantis. Agora, dois pontos interessantes: tem uma personagem que sai atrás de ajuda e acaba morrendo congelada e não pelos canibais; e o final, quando você pensa que as duas últimas personagens saíram vivas, que saem naquelas motos que andam na neve, são surpreendidas por um arame farpado no caminho.
A filha do presidente (2004)
domingo, 25 de janeiro de 2026
Dublê de corpo (1984)
Se esse filme não fosse dirigido pelo Brian de Palma, seria facilmente um exemplar do gênero slasher dos anos 80, pois ele tem praticamente a mesma fórmula dos filmes de terror da época, inclusive até parece copiar cenas de Halloween, mas além disso, o roteiro lembra muito os filmes do Hitchcock, como Janela indiscreta e Um corpo que cai. E se você conhece esses filmes já sabe do que se trata esse aqui: é sobre um homem que observa uma mulher de um prédio vizinho (igual Janela indiscreta), até que começa a seguí-la por todos os lugares (como Um corpo que cai), até testemunhar sua morte onde o assassino a mata com o fio de um telefone e a ergue no alto (igualzinho a Halloween). E a partir disso, ele acaba ficando instigado a desvendar os motivos da morte dela. O título se refere ao fato dele ser ator e sofrer de claustrofobia, mas esse dublê se refere à revelação final do filme.
Pânico na floresta 3 (2009)
Pânico na floresta 2 (2007)
Antes de falar do filme, alguém achou que nunca iria sair essa continuação, até que aproveitaram pra roubar o título e colocar em outro filme pra enganar o público. Então, tem um filme chamado Timber Falls, que também tem o título de Pânico na floresta 2.
Vamos ao enredo: um grupo de pessoas que estão participando de um tipo de reality show na floresta, acaba encontrando os canibais malucos, são atacados e praticamente morre todo mundo. A única coisa que eu não entendo é o motivo pra matarem a personagem que tinha tudo pra ser a sobrevivente final. Agora, é um filme estranho mesmo, trash de propósito, que contrasta muito com os filmes que eu acabei ficando acostumado, dos anos 90. Esse aqui foi um passo pra trás na evolução dos filmes de terror. Ele lembra mais O massacre da serra elétrica, marcando uma nova fase do cinema do gênero, que já vinha com O albergue e Jogos mortais também em paralelo. Não gosto dessa franquia como um todo, mas o desfecho no sétimo filme me surpreendeu, então por isso, eu estou assistindo a todos.
A minha memória com esse segundo filme, me remete a um dia que peguei um DVD que um colega da escola me emprestou, comecei a assistir e, já na primeira cena, achei podre e de um extremo mal gosto. Depois de alguns anos, eu peguei passando na TV em algum canal a cabo e também só vi pra tentar entender a cronologia, mas mesmo assim evitando as cenas pesadas. Hoje foi a primeira vez que consegui realmente assistir. Acho que o que me causava mais incômodo ainda era o fato de os personagens serem canibais e deformados, morando em cabanas imundas. Mas não recomendo pra ninguém.
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
A princesa e o plebeu (1953)
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
Trinity é o meu nome (1970)
sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
Presos no gelo 2 (2008)
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
Presos no gelo (2006)
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
Jovem e inocente (1937)
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Mulher? (2022)
Cinegibi 3 - Planos infalíveis (2008)
domingo, 4 de janeiro de 2026
Amor na tarde (1957)
Olha que enredo fascinante: um detetive particular foi contratado pra investigar se uma mulher estava traindo o marido, ele descobre que sim, avisa o marido sobre a traição, que se prepara pra uma vingança; mas a filha do investigador ouve a conversa do pai com o marido traído, fica desesperada em saber que vai acontecer um assassinato e tenta avisar o amante, mas acaba se apaixonando por ele. Só que aí o marido chega na cena onde iria cometer o crime e, ao invés de encontrar a mulher dele, encontra a filha do investigador, entende que foi um mal entendido e acaba até se revoltando com o investigador por ter errado em dizer que era a esposa dele.
Só que aí vem a reviravolta maluca: a filha do investigador começa a se encontrar com o amante escondido, ele acaba ficando intrigado como ela sabia de tudo, mas ela não fala, então acaba ficando obcecado por ela também. Até que pergunta pra ela quantos homens ela já se relacionou, mas ela inventa tudo pra fazer ciúme nele, contando as histórias dos outros casos que o pai dela já investigou. Até que, numa coincidência absurda, o amante acaba contratando o pai dela, obviamente sem saber que é o pai dela e que ele estava o investigando também, a pedido de outro cliente. E tem uma cena muito legal onde o amante está na sala da casa do investigador, enquanto a filha está lavando o cabelo no banheiro e por uma fração de segundos não se encontram. Mas o pai já percebe na hora que é a filha dele que o amante está pedindo pra investigar, o final eu deixo pra você ver.
O mais legal desses filmes antigos, sem efeitos especiais, é que o roteiro tinha que ser muito bom pra atrair o público. E eu não imaginava que a Audrey Hepburn tinha feito filmes preto e branco. E a diferença de idade do casal é o que mais me impressionou: ela tinha 28 anos na época, enquanto ele tinha 56. Agora, analisando o título original, Love in afternoon, foi um título de uma música da Legião Urbana, uma interessante ligação.
sábado, 3 de janeiro de 2026
Um misterioso assassinato em Manhattan (1993)
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
Donald no país da matemágica (1959)
Esse filme deveria ser passado pras crianças na escola, pois a didática dele mostrando a importância da matemática e em como ela está presente em praticamente tudo ao nosso redor, é realmente fantástico. O Donald vai descobrindo como funciona a matemática na música, na arquitetura e até na estratégia pra jogar sinuca e xadrez. E o jeito que é contado, é realmente apaixonante, mostrando como as formas geométricas sempre estiveram como parte da criação divina, em todos os lugares do universo. Quando alguém perguntar qual é a importância da matemática, esse filme funciona mais do que qualquer explicação. E o título me enganou, eu estava lendo "matemática" o tempo todo, só quando fui pesquisar que entendi que era "matemágica".
Charada (1963)
Esse filme é praticamente um suspense bobinho dos anos 60, que é tão simples que é quase inofensivo, mas ainda carrega todos os elementos dos filmes de terror atuais, talvez influenciado pelo impacto de Psicose, que tinha sido lançado 3 anos antes. A história é sobre uma mulher que descobre que o marido desapareceu, depois de fugir com uma grande quantia de dinheiro, até que ela mesma se torna parte da investigação. E a grande questão aqui é em relação às pessoas que ela pode confiar. Pois ela tem um investigador que a auxilia nisso, além de um outro carinha que ela acaba se apaixonando no meio disso tudo, enquanto foge de 3 bandidos que estão atrás do dinheiro. E aí a história complica: o investigador diz que esse cara que ela se apaixonou é o verdadeiro bandido, o que a deixa sem saber o que fazer. Aí vira uma lambança maluca, até fechar com a clássica cena explicando tudo. O mais legal é a participação de 3 atores clássicos: Audrey Hepburn, logo depois de ter feito Bonequinha de luxo; Cary Grant, que já estava com 30 anos de carreira e faltando poucos filmes pra encerrar sua filmografia; e Walter Matthau, 30 anos antes de virar o Senhor Wilson, de Dennis, o pimentinha. Incrível, não é?



















