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domingo, 1 de novembro de 2026

Isuca (ep.2)

Muito confuso esse enredo que envolve umas entidades, ratos invisíveis e uma mitologia maluca, mas no fundo isso tudo é uma desculpa pra criar um romance inocente, mas cheio de malícia, entre um menino e um minte de colegas da escola. Sei lá, essa galera oriental é meio doidinha.

sábado, 31 de outubro de 2026

Homem-Aranha 3 (2007)

Eu lembro de quando esse filme saiu, e mesmo sem ser fã e nem acompanhar nada sobre essa saga, fiquei curioso quando vi o pôster com um Homem-Aranha todo preto. E, por incrível que pareça, esse é talvez o primeiro filme de herói que acho o enredo realmente bom: o foco é mais em um desenvolvimento de personagens mesmo, ao invés de cenas de ação sem fim, genéricas, com desfechos previsíveis. O que eu gostei foi da finalização do arco do personagem do Peter em relação ao seu amigo, que teve o pai morto pela mão do Homem-Aranha, ao mesmo tempo em que a morte do tio Ben também teve outra conclusão, quando é revelado mais detalhes sobre o que houve aquele dia, ou seja, o assassino era outro. E só isso já seria interessante, o Peter pedindo perdão ao mesmo tempo em que precisa perdoar. Mas a construção do enredo ainda apresenta uma gosma preta que cai do céu, que é o que deixa o Homem-Aranha preto, mas que também gera o tal do Venom, quando acaba em contato com um rival do Peter. Então acaba sendo um desfecho interessante pra trilogia, com a participação do Stan Lee, criador do personagem, além da direção do Sam Raimi, de Evil Dead, que ainda trouxe a participação do ator principal, fazendo uma ligação interessante entre os dois universos. 

Matthew Perry - Uma tragédia de Hollywood (2025)

Engraçado como eu nunca tive conhecimento de como esse ator estava passando por um inferno pessoal, muito parecido com o que muitas celebridades passam, como o Rodolfo do Raimundos, Chorão do Charlie Brown Jr, que contrastam absurdamente com o suposto sucesso que aparentam ter. E é aquela velha moral da história de que o dinheiro não compra tudo, pois esse ator já ganhava mais de 1 milhão por episódio, estava em uma série renomada mundialmente, mas com um problema sério de vício em um medicamento chamado cetamina. Mas esse documentário me deixou um pouco pensativo pelo fato de que culpa os médicos por venderem o medicamento a ele, o que ao meu ver foi uma escolha dele ir atrás, comprar, pagar muito caro por isso, ao ponto de usar uma dose altíssima que acabou morrendo por causa disso. A questão aqui é que os médicos sabiam dessa vulnerabilidade dele, mas foram explorando isso ao máximo, fornecendo tudo que ele queria, o que acaba sendo realmente uma falta de ética, mas fico na dúvida se eles seriam os responsáveis pela morte dele.

Isuca (ep.1)

Embora esse anime tenha um enredo de ficção de monstros que lembra até Stranger Things, isso tudo é só uma desculpa pra mostrar cenas quase adultas, o que sempre me intrigou pra que público esse negócio foi feito. É tudo meio apelativo, mas com um ar de inocência, que também mostra violência e umas maluquices com pessoas se transformando em monstros que ainda não entendi direito o roteiro. Mas vamos ver o que vai dar.

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Crystal Lake (ep.8)

Basicamente, esse episódio serve apenas pra concluir a história da mãe dele, que está sendo perseguida pelos crimes cometidos, mas no fundo a história é totalmente reformulada pra transformar ela e o Jason em vítimas além de apenas um afogamento, mas a participação dele no projeto Argonauta. E isso termina com o Jason inclusive matando o próprio pai, que foi quem o levou pra isso. E sinceramente, dá uma pena do Jason ver ele desse jeito, ainda com um jeitinho de criança, mas com a cara toda deformada. Ele é um querido.

Essa mesma estratégia aconteceu com os filmes Halloween, do diretor Rob Zombie, que acharam uma brecha pra criar um filme de origem, mostrando a infância do Michael Myers. E também já tinha sido usada no quarto filme do Hannibal, mostrando como ele virou o que virou. Interessante que agora é a vez do Jason, embora tenha essa mudança toda.

Crystal Lake (ep.7)

Simplesmente chegamos no capítulo que vai explicar o que está acontecendo nessa bagaça, então fica claro que tudo é uma nova versão, que apenas aproveitou alguns poucos momentos dos filmes, mas não tem realmente nada a ver, e isso pode desagradar algumas pessoas que esperavam algo mais com aquela estética, suspense e uma simplicidade rústica que os filmes do Jason sempre tiveram. E aí que entra a viagem: a mãe dele foi induzida pelo pai a participar de um experimento, que é o tal do Argonauta, pra criar um ser humano mais forte e resistente. E isso entra na explicação de como ele não se afoga com facilidade, tem uma força absurda e não morre fácil, mesmo sofrendo um monte de coisas. Enfim, é a mesma sensação depois de ter assistido à serie do Eu sei o que vocês fizeram no verão passado: não é ruim, mas podiam ter aproveitado melhor essa oportunidade. Tem muito drama, pouquíssimas cenas de suspense, uma ou outra morte aleatória. Achei interessante, mas me deu saudade dos filmes.



Crystal Lake (ep.6)

A cena mais interessante da série até agora foi nesse episódio, mostrando perseguição e mortes que lembram muito os filmes, uma pena que a série não foca tanto nisso, ficando mais com o drama como elemento principal. O que aconteceu foi que a mãe do Jason começou a ouvir a voz dele e falar com ele, na imaginação dela, dizendo pra matar todo mundo. Só que uma dessas mortes não foi ela, o que acaba deixando no ar que o Jason não morreu, mas aparece um homem adulto, sendo que o Jason morreu faz pouco tempo. Tem referências interessantes, principalmente mostrando o Ralph, personagem misterioso dos primeiros filmes, além de retornar naquele bar onde a Annie pega carona. Termina com a mãe do Jason sendo encurralada pela polícia. 

Crystal Lake (ep.5)

Confesso que estou confuso com essa série e onde ela pretende chegar, pois nesse episódio ocorre a cena clássica dos primeiros assassinatos do primeiro filme. Mas ao invés de terem sido causados pela mãe do Jason, depois dos monitores terem sido responsáveis pelo afogamento do Jason, quem os mata é a amiguinha dele, mas a cena é refeita igual ao filme, quadro a quadro, o que acaba sendo bem legal. Mas a cronologia está bem bagunçada, pra quem viu os filmes tem muita coisa não fazendo sentido, pelo menos até aqui. 

quarta-feira, 28 de outubro de 2026

Carrie, a estranha (2013)

Depois dos 2 primeiros filmes, entendo que não tinha como continuar com mais sequências àquela história, já que a Carrie morreu no filme de 1976, sendo que o segundo filme trouxe a Sue, sobrevivente do primeiro, que acaba morrendo também. E então, veio a ideia de fazer uma série começando do zero, mas que não passou de um capítulo, que é incrivelmente longo, com mais de 2 horas, que foi relançado como um filme, em 2002, mas na verdade é uma reciclagem do que seria uma série. Então, oficialmente mesmo, esse filme de 2013 seria a segunda versão da história no cinema, que tenta ser esforçada e até modernizar a história, mantendo os elementos básicos, mas sem o mesmo nível de suspense, o que é uma pena, pois parece muito mais dramático do que realmente terror. A cena do baile não tem o mesmo impacto do pavor que foi com a direção de Brian de Palma, mas entendendo como uma regravação, faz o seu papel, pra outra geração. Mas ainda acho essa história da Carrie tão básica, que até me surpreende que tenha tido interesse por uma nova versão, que foi muito baixo de bilheteria se comparar com o original. 

terça-feira, 27 de outubro de 2026

Carrie 2 - A maldição de Carrie (1999)

Esse filme sempre me pareceu uma regravação, uma história diferente do primeiro, que eu demorei a entender que se tratava realmente da continuação do filme de 1976, e não tinha ideia da conexão entre os dois filmes, já que só veio 23 anos depois. E ele veio nitidamente inspirado pela fase dos filmes Pânico e Eu sei o que vocês fizeram no verão passado, que inclusive são citados no enredo. Mas a grande ligação com o filme de 1976 é que tem uma personagem do primeiro, a que tentou impedir a humilhação com sangue de porco durante o baile: 23 anos depois ela virou funcionária de uma escola, revivendo algo parecido com uma aluna. Destaque pra participação de dois atores de American Pie, meses antes do filme sair nos cinemas: o Finch e a Heather. Engraçado que hoje em dia se fala das sequências legado, filmes que seguem outro protagonista, mas trazendo personagens antigos, mas isso já era feito nesse filme aqui, que ninguém nem lembra mais. Voltando ao enredo, essa nova aluna tem uma ligação inesperada com a Carrie: o pai das duas é o mesmo, que casou duas vezes, mas separou. Ou seja, elas são irmãs por parte de pai. E aí, tem uns meninos que estão apostando quem consegue pegar mais meninas, até que uma amiga dela descobre e entra em depressão, se matando. Quando essa nova menina descobre que também foi alvo de chacota deles, começa uma vingança parecida com a da Carrie.



Carrie, a estranha (1976)

Primeiro filme que foi baseado em um livro do Stephen King, mas já trazia os ingredientes malucos que ele viria a se consolidar futuramente. As questões religiosas, perseguições e humilhações entre adolescentes, incêndios, poder da mente - tudo isso que viria a se tornar constante nas suas histórias, muito inspirado pelos filmes do Hitchcock. A história é extremamente simples, o que garante um minimalismo e desenvolvimento dramático de forma tranquila, não é um filme apressado como os atuais. E o enredo é sobre a menina do título, que acaba menstruando pela primeira vez no vestiário da escola, sofrendo uma humilhação por parte das meninas. Só que depois elas armam uma situação pior, durante o baile da escola, de deixar um balde cheio de sangue de porco pra cair bem em cima dela. E essa cena é tensa demais, uma verdadeira aula de cinema, que o diretor Brian de Palma volta a usar no filme Os intocáveis, de 1987. Então, a Carrie desenvolve o poder de mover coisas com a mente e acaba fechando todas as portas e incendiando o lugar. O que eu não sabia e que me surpreendeu foi o final. Alerta de spoilers! A Carrie morre no final, junto com sua mãe, que a maltratava demais também, deixando uma única sobrevivente que é a Sue, que escapou minutos antes da tragédia do baile, quando tentava impedir todo o plano dos outros alunos. E ela é a ligação com o próximo filme, de 1999. Muito interessante. Além disso tudo, também dá pra ver analisando a carreira do John Travolta, que saiu de um bad boy aqui, pra depois partir para Os embalos de sábado à noite, pra só então participar de Grease - Tempos de brilhantina. 

Crystal Lake (ep.4)

Cheguei onde eu esperava, que é o começo do primeiro filme, mostrando o equivalente à personagem que morre no começo, quando pega carona com a mãe do Jason e logo depois é assassinada. Mas aqui é tudo diferente, com um nível de mistério a mais, pois a mãe dele não deu carona pra ela e estava em outro local quando é atacada, ou seja, tem outro assassino na história. Então fica claro que não estamos vendo uma adaptação fiel ao filme original, mas é quase um remake, uma nova imaginação pra história, assim como Bates Motel fez. Engraçado que cada série arrumou um jeito de retornar, de formas diferentes: Chucky voltou continuando a história dos filmes, enquanto Pânico voltou com duas séries, com outros personagens, fazendo o mesmo esquema de metalinguagem, Eu sei o que vocês fizeram no verão passado fez uma reformulada total na história, só aproveitando o acidente, Bates Motel fez uma nova versão da história original também, com algumas mudanças, até que Crystal Lake segue a mesma fórmula. Então acaba sendo interessante entender esse momento dos filmes de terror migrando pra séries. 

domingo, 25 de outubro de 2026

Crystal Lake (ep.3)

Pensando bem, essa série poderia ter sido lançada como um filme ou então como uma trilogia focada na mãe do Jason. Não sei por quê, mas são muitos capítulos, de quase uma hora cada, então acabou sobrando espaço pra tantas subtramas aleatórias, que eu estou um pouco confuso, mas ainda quero saber onde vai chegar. Os filmes quase não tinham história nenhuma, apenas uma explicação em uma única cena que já era suficiente e o foco mesmo era o suspense, nem mortes muito pesadas, apenas sugeridas. Essa série estende muito um enredo com outros personagens, além do Jason e da mãe, mas talvez sirva pra amarrar algumas coisas futuras. Nesse terceiro episódio tem uma cena grotesca de morte que me deixou um pouco chocado. Realmente não esperava.

O toque dourado (1935)

Esse desenho é a história clássica do cara que só pensa em juntar dinheiro, até que deseja que tudo que toque vire ouro. Assim, um tipo de gênio aparece e concede o desejo dele. Mas a ironia é que quando ele toca numa comida, também vira ouro, então ele não consegue comer mais nada. Arrependido, pede pra desfazer a magia. Basicamente, é isso. Ficou marcado como o último trabalho dirigido pelo Walt Disney.

Crystal Lake (ep.2)

O que eu tô achando mais interessante é que o Jason tem uma amiga, que é uma criança que o defende a todo custo. E isso em nenhum momento algum filme chegou a ter algo parecido, deixando o Jason sempre parecer misterioso e cruel sem motivos, atacando pessoas aleatórias. Mas esse episódio desenvolve os personagens de maneira longa e até um pouco entediante, pra chegar na cena final e mostrar o Jason aparecendo pra um casal que está namorando no carro. E também temos o momento dele pulando em cima de alguém no lago, que no caso aqui é um pesadelo da mãe dele. Essa série acaba servindo como uma forma de matar a saudade do que os filmes foram.

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Crystal Lake (ep.1)

Embora a história dos filmes já tenha sido expandida em 12 filmes, essa série tenta preencher uma lacuna deixada no primeiro filme, que é a história da mãe dele, assassina original, que aparentemente ficou traumatizada pela morte do Jason, afogado no lago, vindo se vingar dos responsáveis, e, depois de anos, criando uma nova matança quando tentam reabrir o acampamento. Só que a relação da mãe com o filho, além da história toda sendo contada pelo ponto de vista da mãe, é o diferencial dessa série. Tudo muito interessante até aqui, tentando fazer um paralelo com o filme, inclusive tem uma referência interessante: no primeiro filme, a Alice é surpreendida por uma cobra no quarto dela, mas não tem coragem de matá-la, chamando um homem, que resolve no facão, até que, no final, quando está encurralada pela mãe do Jason, ela acaba criando coragem e corta a cabeça dela fora. Essa cobra aparece como uma referência aqui. Além disso, no filme, depois que é mostrado que a mãe do Jason está vingando o filho afogado, no final, isso explica o motivo dela ter ficado revoltada quando um dos novos funcionários estava fingindo que estava se afogando, só pra ser salvo por uma menina, mas aqui isso é reaproveitado com a mãe já vendo que pode acontecer de novo com outras crianças. A única coisa que acho que ficou muito fora do que os filmes traziam foi o excesso de cenas pesadas e muito foco em ser sanguinário ao extremo, já que nos filmes era tudo muito mais focado no suspense, as cenas de morte duravam poucos segundos. Destaque pra abertura do título quebrando uma parede de vidro, clássica. 

terça-feira, 20 de outubro de 2026

Rocky 5 (1990)

Interessante como esse filme tem realmente uma cara de conclusão de uma história, que não é exatamente mais tão empolgante quantos os anteriores, até porque também estamos vendo uma trajetória com início, meio e fim, então agora é a conclusão da história do Rocky, principalmente depois da fase dele como um grande lutador. E se ele já passou por uma luta complicada no primeiro, repetiu no segundo, acabou virando amigo do seu principal oponente no terceiro, até que, no quarto filme, esse ex-oponente e amigo, que é o Apollo Creed, que também tinha virado um treinador dele, acaba morrendo durante uma luta e o Rocky luta por vingança, pra honrar o amigo, o que poderia vir depois disso tudo? Agora é a história mostrando um lutador depois do auge, a vida dele com a mulher e com o filho adolescente. Mas também passando por uma provação quando acaba sendo traído pelo próprio discípulo que estava treinando, onde os dois terminam lutando na rua. É a trajetória de 10 anos da vida dele terminando, de 1975 a 1985. Tanto que o próximo filme só veio em 2006, no aniversário de 30 anos do primeiro. Uma curiosidade, achei o roteiro desse muito parecido com Karate Kid, que já tinha tido 3 filmes nesse momento, mas não é coincidência: é do mesmo diretor.

domingo, 18 de outubro de 2026

Rocky 4 (1985)

O que eu fiquei tentando adivinhar antes de assistir os filmes era qual enredo iria ser contado, além das cenas de luta, pensei que seriam histórias sobre boxe e superação, mas na verdade é sobre a relação entre dois homens que começam como rivais, que é o Rocky e o Apollo Creed, até que acabam se tornando grandes parceiros quando Apollo vira o treinador de Rocky. Só que chega num momento que essa história poderia ter sido encerrada de uma maneira feliz, o roteiro estava conciso, mas resolveram abrir uma ferida emocional no Rocky, que iria ser o motivo de mais filmes no futuro: a morte de Apollo durante uma luta, com Rocky indo se vingar chamando o cara que o matou, Ivan Drago, pra uma luta. E o que acontece nesse quarto filme é o que vai gerar no futuro, as sequências com o filho do Creed, que chega a lutar com o filho de Ivan Drago. Interessante onde a franquia chegou.

sábado, 17 de outubro de 2026

Rocky 3 - O desafio supremo (1982)

Esse terceiro filme eleva a franquia pra algo muito maior, depois de um segundo filme bem parado e em alguns momentos entediante. A grande dúvida que eu tinha era se o oponente do Rocky, que é o Apollo Creed iria continuar constante em todos os filmes, já que a luta deles no primeiro e depois a revanche no segundo foram a base dos enredos, mas nesse terceiro filme ele aparece ainda, costurando a participação do personagem de uma maneira interessante: ele acaba virando o treinador do Rocky. Eles terminam como amigos, depois de tudo que passaram. Mas o mais interessante pra mim nem foi isso, mas duas referências que consegui reconhecer de outros filmes: a luta da Cindy com o gato preto em Todo mundo em pânico 2, claramente baseada nesse filme; além de uma participação de um oponente do Rocky que é um cara loiro, de bigode, em Gremlins 2, que também cita outro filme do Stallone, Rambo. Esse terceiro filme também dá pra perceber uma mudança na direção e nos enquadramentos de câmera, que nos dois primeiros eram mais distantes, mostrando o corpo inteiro, aqui é mais ágil e foca mais no rosto.

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Rocky 2 - A revanche (1979)

Esse é um filme bem parado, praticamente sem ação, que foca na vida pessoal e nos bastidores de uma celebridade, que é o Rocky. E nos minutos finais tem essa revanche, que é quando o Apollo Creed quer ter certeza do resultado da luta do primeiro filme. E ele acaba perdendo, mesmo com a luta sendo muito acirrada. Mas o que tem de engraçado nesse filme é o Silvester Stallone vestido quase como um Tarzan, quando o Rocky vai participar de uma campanha publicitária. Três anos depois do primeiro filme, esse aqui foi um capítulo que não se sabia ainda que iria virar uma franquia no futuro, mas que também iria acabar usando o mesmo ator como Rambo futuramente, em 1982.