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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Barbarella (1968)

Eu sempre olhei pro filme Demolidor, o de 1993, com uma impressão de que ele previu futuras tendências que a gente vive agora nessa década de 2020, mas depois de assistir esse aqui, vejo que algumas coisas já eram pensadas até na década de 60, que o filme de 93 parece ter feito referência à ele. Por exemplo, o uso de narguile com essências já tinha em Barbarella, assim como a relação sexual sem contato físico convencional, quase que virtual. E Barbarella é o nome dessa personagem, que é uma loira sensual, saída de um filme pornô discreto, mas que tem um enredo futurista que é realmente muito interessante, mas que talvez lembre o estilo de cenário dos seriados antigos tipo Jeannie é um gênio, que estava no auge nessa época. E também me remeteu a outro filme que estava no auge nos anos 60, que foi a saga Planeta dos macacos. E o enredo: no ano de 40.000, onde já não existe guerra, Barbarella tem que sair numa missão para encontrar um homem que possui uma arma poderosa, sendo essa viagem dela cheio de paradas imprevisíveis. E aí, a ambientação, o cenário, a construção das cenas futuristas, acabam sendo o charme do filme, além das cenas sensuais que vão sendo inseridas no filme de uma forma muito natural. E o mais bizarro é o jeito que o vilão tenta destruir a Barbarella, vou só dar uma dica: a arma que é usada se chama Orgasmatron.

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