Esse filme é aquela cápsula do tempo pra algo que não tem volta, aquela infância confortável assistindo filme na Sessão da Tarde e comendo Trakinas de morango, simplesmente um clássico que representa não só uma época do cinema, mas uma época da sociedade em geral. O que mais me fez refletir enquanto assistia a esse filme não foi exatamente o enredo em si, que já era muito simples: apenas um bebê que acidentalmente fica gigante e sai andando pela cidade, enquanto a família tenta arrumar um jeito de controlar a criança antes que destrua tudo. O que me fez pensar é em que momento nós deixamos de ter filmes tão simples, com foco no amor, na família, em romances puros e ingênuos, em um humor sem ser apelativo, ou com qualquer conotação escatológica ou pornográfica, pois hoje parece que praticamente tudo quer ser subversivo e criar o oposto do bom senso, de propósito mesmo, isso virou uma tendência da nossa época. Agora voltando ao enredo do filme, acho que a maior piada do roteiro é ver o bebê como um monstro, que já seria difícil até controlar um bebê pequeno, imagina um grande. Esse filme é a parte dois da trilogia, que manteve o elenco original, além de fazer parte de um tema que não teve muitos filmes, que é o de pessoas que ficam gigantes, mas na mesma época teve o filme O ataque da mulher de 15 metros, que também era bem parecido.

Um comentário:
Muito bom esse
Postar um comentário