Esse filme é bem simples e fácil de ser resumido: é o clássico enredo da pessoa presa no mesmo dia e, sempre que dorme, acorda no mesmo dia de novo, ao ponto de tentar mudar algum fato ou já não se importar mais com nada, já que amanhã ninguém vai lembrar. E, embora esse assunto pareça banalizado por conta de dezenas de filmes com esse tema, esse aqui foi um dos pioneiros, junto com Meia-noite e um, que saiu no mesmo ano, mas que surgiu como curta-metragem em 1990. Mas, antes disso ainda, em O destino de repete, de 1947, já tinha essa ideia de voltar ao mesmo dia. Mas voltando ao Feitiço do tempo, o filme acaba sendo um romance, onde o cara em algum momento já sabe tudo sobre a mulher que ele tá afim, impressionando-a quando adivinha coisas que vão acontecer. E não há uma explicação exata pro motivo do dia retornar, nem pro fato do dia, de repente, parar de recomeçar, deixando isso subentendido. Eu acho que ele foi melhorando como se humano até estar pronto pra seguir em frente. O filme também só fez sucesso pela participação do Bill Murray, que era famoso ainda pelos Caça-Fantasmas.

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