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quinta-feira, 26 de março de 2026

Vida de cachorro (1918)

Você com certeza já viu essa imagem do Charlie Chaplin com um cachorro, em algum quadro, que é uma cena desse filme aqui, que até então eu não sabia do enredo. E se trata de um filme de pouco mais de 30 minutos, preto e branco, mudo, que deve ter sido revolucionário em 1918. E o mais interessante é a habilidade de contar uma história sem diálogos, apenas na expressão corporal dos atores, inclusive contar piadas nesse contexto. E aí a história é sobre esse personagem do Chaplin que mora na rua, mas sempre arma um jeito de se virar com comida, se metendo em várias confusões, até que adota um cachorro que estava sendo maltratado por outros e se tornam amigos, fazendo uma analogia de como ele também era tratado pelas pessoas. Até que um dia ele vai num show de uma cantora que é explorada pelo patrão, ou seja, também tem a mesma vida de cachorro que ele. A reviravolta acontece de uma forma que me lembrou muito de outro Charlie, que é a banda Charlie Brown: o cachorro encontra uma carteira cheia de dinheiro enterrada, assim como a música Rubão - O dono do mundo. E com esse dinheiro ele vai atrás da cantora e os dois acabam se envolvendo. E por causa desse dinheiro ele acaba ainda sendo perseguida por 2 caras que querem pegar a carteira dele, então tem umas cenas de correria que lembra muito Os trapalhões. E aí, o final feliz é o casal vivendo numa fazenda, com o cachorro cheio de filhotes. 

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