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segunda-feira, 27 de junho de 2022

Mulheres e diamantes (2006)

O filme é bem fraquinho, mas vale pela participação da Diora Baird. O enredo é o seguinte: homem 1 esconde diamantes no carro de homem 2, os bandidos chegam até o homem 1 e ele revela o que fez, a partir daí os bandidos perseguem o homem 2, mas ele não sabe que está com os diamantes. Basicamente é isso. 

O homem sem sombra 2 (2006)

Uma mulher está sendo perseguida pelo homem invisível, mas ela acaba conseguindo fugir escoltada por um policial que a acompanha na fuga. E por que essa mulher está sendo perseguida? O governo pegou a ideia da equipe do primeiro projeto para criar um tipo de soldado que não desse pra achar, pegaram algumas cobaias, deu errada a experiência, e agora um desses homens que serviu de cobaia está atrás da solução, que é por isso que ele está atrás dessa mulher. Essa perseguição dura o filme inteiro, até que no final ele a sequestra e a obriga a aplicar o antídoto nele, mas ela aplica veneno de rato na veia dele. E o policial toma uma atitude inesperada: ele aplica nele mesmo a solução para ficar invisivel, assim ficam dois homens invisíveis. O policial termina sem reverter a experiência.

domingo, 26 de junho de 2022

O homem sem sombra (2000)

Esse filme parece um suspense, mas ele termina quase como um filme de terror adolescente clássico, além de ter uma estrutura de um romance básico, que seria uma mulher sendo disputada por dois homens. Só que isso acontece em um ambiente científico com efeitos especiais muito bons mesmo. O enredo: um grupo de cientistas descobriu como fazer um ser vivo ficar invisível, faz isso com animais, até que, o líder da equipe quer fazer a experiência nele mesmo. O que acontece: ele fica tentado a fazer coisas pra se aproveitar da invisibilidade, até que vai até a casa de uma mulher da própria equipe (pela qual ele é apaixonado) e descobre que ela tem um caso com outro cara, da própria equipe dele também. E aí ele se sente traído, pois acreditava que ela gostava dele também e além disso o cara que ela está ele via como um rival, disputava por ele por qualquer besteira. Então isso mexe muito com ele, se revolta, e começa a se virar contra a própria equipe, que também se revolta contra ele. E aí vira uma perseguição do estilo dos filmes de Jason, vai morrendo um a um até só sobrar o casal principal. O que achei mais interessante foi poder identificar muitas cenas que foram parodiadas em Todo mundo em pânico 2.

Mudança de hábito 2 - Mais loucuras no convento (1993)

Bem mais interessante que o primeiro, serve não só como uma sequência mas pra finalizar a história de uma forma bem divertida: a cantora retorna pro convento pra se passar novamente por freira e treinar alguns alunos que não estão muito afim de ter aulas. Esse é o desafio, no começo ninguém a respeita mas ela consegue fazer todos cantarem num concurso e ganharem em primeiro lugar. Por outro lado, os responsáveis pelo convento não gostaram de saber que ela não é freira e quiseram cancelar tudo em cima da hora e desmascará-la, mas depois de ver o resultado que ela trouxe no concurso desistem disso. Legal também que uma das alunas dessa escola é a Jennifer Love Hewitt.


A casa do espanto (1985)

Meio confuso: um escritor se muda pra casa onde sua tia morreu, ela dizia que era assombrada, logo então ele começa a ter visões com seu filho que desapareceu, sua ex-mulher e um amigo que esteve com ele na guerra, mas morreu lá. A conclusão: a casa tem alguns portais escondidos em alguns lugares que levam pra outro mundo (no espelho do banheiro, no armário, na piscina), e quando o escritor passa pro outro lado encontra o filho dele. O filho tinha sido puxado para esse outro mundo há uns anos atrás enquanto estava na piscina. Confuso, mas bem divertido.

O que achei legal no filme é que ele utiliza várias técnicas narrativas como flashbacks que aparecem do nada e quando o escritor está escrevendo algo a gente visualiza junto com ele a cena. Esses filmes trash não tem a obrigação de manter a lógica e nem de ter uma conclusão, apenas deixam no ar o mistério do que realmente aconteceu. Ele é dirigido pelo Steve Miner, diretor de vários clássicos.

O fantasma da ópera (2004)

O filme obviamente se passa numa ópera, por isso é um filme musical, mas em alguns momentos fica um pouco enjoativo pois é o tempo todo música atrás de música, mas isso só destaca a excelência da produção em fazer tudo se encaixar com tanto perfeccionismo. No geral, é apenas um filme sobre um triângulo amoroso, de uma cantora de ópera, e dois homens, sendo um deles o tal fantasma da ópera. A parte interessante revelada sobre o tal fantasma: na verdade é um homem real, que se esconde em passagens secretas embaixo do teatro. E ele usa uma máscara e tem metade do rosto deformado. Isso me lembrou bastante o filme Vanilla Sky, que o Tom Cruise também usa uma máscara depois de ter tido um acidente que o desfigurou.

Mudança de hábito (1992)

Uma mulher presenciou um assassinato, agora os assassinos estão atrás dela e a polícia encontra um jeito meio estranho para escondê-la: levando para um convento e se passando por freira. A questão é que a mulher era cantora e acaba levando pra igreja a ideia de cantarem como um show. Ficou bem legal, inclusive a cena final delas cantando é sensacional. 

sábado, 25 de junho de 2022

O queridinho da vovó (2006)

Esse filme é basicamente um besteirol, mas tenta criar um romance, o que é até interessante, mas no geral é tudo bem mal feito, mas, como um filme trash sem compromisso, talvez essa seja a intenção mesmo. O enredo: um homem vai morar com a avó (que já mora numa casa com outras idosas colegas de quarto) e a avó é tão maluquinha quanto ele. Mas o enredo não fica só nisso, pois mostra o dia a dia do trabalho dele, numa empresa que faz videogames. E daí que vem o romance: uma fiscal de videogames acaba gostando dele enquanto outro cara metidinho a besta está afim dela. É como se fosse um American Pie, só que sem os mesmos personagens carismáticos.

Californication (temporada 1, episódio 1)

Esse primeiro episódio apresenta a série: um escritor, que sai com um monte de mulher e tem a vida bem bagunçada, está sem inspiração pra escrever o próximo livro, depois que perdeu a mãe da sua filha pra outro homem. E ele é bem irônico, debochado, sarcástico e consegue tirar sorriso de algumas pessoas, mas outras interpretam suas frases como ofensas. A série tem personalidade e pra mim, depois de Lost e Dawson's Creek é a que eu mais achei com uma personalidade interessante, sem querer imitar outras séries. Essa série é pra adultos, ela mostra nudez, drogas e dilemas da vida que talvez não seja interessante pra galera mais nova. 

Bandidas (2006)

Esse é um filme de ação e faroeste com a estrutura de uma comédia romântica. O que acontece: duas mulheres se juntam para se vingar de um homem que matou seus pais e roubou a terra deles, acabam virando foras-da-lei justiceiras, até que, acabam se juntando com um investigador que foi contratado pelo ladrão das terras justamente para investigá-las. A partir daí vira uma disputa das duas pelo investigador, ou seja, é um homem entre duas mulheres. Só que o desfecho é meio triste: nenhuma das duas fica com ele, já que ele era noivo e vai embora com a mulher dele. As duas seguem juntas pelo mundo.

O sol é para todos (1962)

Esse filme aponta para vários lados, mas no final tudo se justifica. Primeiro, ele mostra um casal de irmãos, junto com outro menino da vizinhança, que ficam falando sobre uma casa misteriosa da rua deles onde vive uma pessoa estranha. Depois, a gente conhece o pai do casal de irmãos, que é um advogado que está defendendo um negro acusado injustamente de estupro. Só que o negro acaba sendo condenado pelo júri popular, tenta fugir de ser preso e acaba sendo morto pela polícia. Logo depois, o casal de irmãos acaba sendo atacado por um homem, mas são salvos por outro homem que o mata. A conclusão disso: eles foram salvos pelo homem misterioso que morava na mesma rua deles, que matou o que os atacou, e quando o pai chama a polícia vê a mesma situação que ele estava defendendo acontecendo, de forma parecida, assim o policial se recusa a levar a verdade a público pois acha que o júri popular vai condenar o homem que salvou os filhos dele.

O filme é realmente um clássico indiscutível do cinema, emocionante, muito bem feito em questão de história, narrativa e questões polêmicas. Tem um suspense muito interessante, ao mesmo tempo que faz a gente refletir sobre aspectos da vida como quando o pai diz pra filha que a gente só entende outra pessoa se colocando no lugar dela. Ou seja, a própria pessoa que as crianças temiam é que as salvou no final. Além disso, o título original é MATAR UM CANÁRIO, pois o pai explica que é pecado matar um canário pois eles só existem para cantar pra nós. Muito bom mesmo.

Um jovem sedutor (2002)

Esse filme é interessante por alguns aspectos, mas ele toca no tema complicado de um adolescente de 15 anos se relacionando com mulheres com quase 40. Piora ainda: ele é apaixonado pela própria madrasta, mas acaba se envolvendo com a amiga dela, que é casada além de tudo. E essa amiga, quando descoberta, justifica os motivos que a levaram a sair com o menino de 15, que além de ser bem maduro, se interessa por filosofia, especialmente por Voltaire (e o filme fica mostrando frases filosóficas com fundo preto pra dar ênfase à mensagem). No final, o cara acaba sem nenhuma das duas, mas começa a prestar atenção em uma menina da idade dele que cita uma frase de Voltaire. Termina assim. 

Dawson's Creek (temporada 2, episódio 15)

Incrível como o núcleo da família do Jack e da Andie tomaram o espaço da série. Dawson, Joey e Pacey acabam virando quase figurantes, Jen uma personagem secundária. Mas Jack e Andie chegaram de um jeito nessa temporada pra abalar tudo que foi construído na primeira. A história desse continua o anterior: o Pacey conseguiu expulsar o diretor da escola e o Jack assumiu que é gay. Todos o apoiaram, menos a Joey, que tinha feito um jantar romântico pra ele.

Dawson's Creek (temporada 2, episódio 14)

Episódio bem interessante, deve ter sido meio polêmico na época, já que toca no assunto de homossexualidade. Resumindo, numa aula o Jack lê um poema que escreveu e era sobre um homem. O professor envergonha ele e o Pacey toma as dores do Jack, discute com o professor, cospe na cara dele e ainda, quando forçado a pedir desculpa perante a diretoria da escola, dá um enorme sermão nos diretores, um dos diálogos mais impressionantes da série até agora, criticando o sistema estudantil como um todo. Esse mesmo tema também apareceu nos filmes Tentação fatal e Prova final, também do Kevin Williamson. Além disso, tem uma história interessante da Jennifer, que tá bem afastada do grupo principal, conhecendo um cara que frequenta a igreja, mesmo sendo ateia.

Beavis & Butt-Head - Episódio: "Assine aqui"

Os dois amigos vão de casa em casa pegar assinaturas para um abaixo-assinado contra a utilização de peles de animais. Esse é o enredo. Mas a graça de assistir não é tanto nisso e sim na idiotice dos dois personagens principais, que ficam assistindo clipes no sofá, se xingando e contando piadas. E na escola, debochando dos alunos e professores.

Todo mundo quase morto (2004)

Esse filme aparece numa cena dentro de Pânico 4, onde 2 personagens acham graça de uma cena. E agora, eu consigo entender o porquê. O filme é uma sátira de filmes de zumbis, lembra muito a estrutura de A noite dos mortos-vivos, mas tem um enredo próprio e consegue colocar drama e comédia, junto com suspense, terror e aventura, de uma forma muito competente. A história é basicamente essa: zumbis aparecem e vão cercando um grupo de pessoas. A diferença é que tudo aqui é irônico, os personagens são bem sacanas, a câmera tem uns movimentos bem legais também. E esse gênero do terror de zumbi como sátira até hoje ganha novos exemplares, como foi o caso de Zumbilândia. E os dois personagens principais que são amigos são muito engraçados, lembra Beavis & Butthead. Outra coisa que achei interessante: o filme tenta uma explicação pra essa epidemia zumbi, como se fosse através de uma gripe, então no começo me pareceu bem com a época que estamos vivendo hoje com a pandemia, além de eu estar assistindo justamente quando estou no isolamento depois de ter dado teste positivo.

sexta-feira, 24 de junho de 2022

Verdade ou consequência (2010)

Direto ao resumo: cinco amigas (que parecem mais inimigas do que amigas) entram numa brincadeira de se desafiarem a fazer coisas absurdas ou senão terão o seguinte castigo: raspar a cabeça. E aí uma começa a desafiar a outra, a passar por situações bem vergonhosas, até que vai ficando bem perigoso. Tenho que admitir que o filme é dirigido de uma forma meio jogada, parece até um episódio de Malhação, mas conseguiu me fazer refletir em vários momentos. Pois o filme mostra alguns dramas que essas meninas passaram e isso eu não esperava, como uma que é praticamente rejeitada pelo pai e outra que foi culpada pela morte de uma menina. As atrizes são esforçadas e conseguem atuar até bem, a estrutura do filme contado em flashbacks também gostei. 

A entidade (2012)

Olha, vamos lá, eu passei quase o filme todo me questionando sobre vários pontos, principalmente o enredo muito básico, além de uma iluminação totalmente escura (o filme inteiro é bem escuro, como se na casa não tivesse luz), e muitos clichês, mas, lá pro final, bem pro final, a conclusão da história é tão interessante e imprevisível que me deixou impressionado. Valeu por isso. O enredo: é a velha história da casa mal assombrada, só que é sobre uma família que mudou-se pra lá sem saber que tinha ocorrido um crime anos antes. E o pai, que é um escritor procurando um tema pro seu próximo livro, encontra no sótão uma caixa com vídeos, assiste, e descobre que eram filmagens de vários crimes, inclusive do que ocorreu na casa onde ele está. O que ele não sabe é que esses vídeos são tipo portais onde uma entidade se esconde, e ao assistir ele está libertando a entidade, além do espírito das crianças sobreviventes dos crimes anteriores. A grande reviravolta: todos esses crimes foram cometidos justamente pelas crianças que mataram suas famílias inteiras, e, a filha do escritor se revela nos últimos minutos e faz o mesmo com a família toda. Por fim, a entidade aparece e a leva pra dentro de um dos vídeos, assim ela fica presa junto com as outras crianças. Termina assim.

quinta-feira, 23 de junho de 2022

Isto é um adeus, Charlie Brown! (1983)

É tão simples e humano que contrasta absurdamente com outros desenhos que focam em maldade e muita ação. O Charlie Brown fica o episódio inteiro se lamentando pois o melhor amigo se mudou da vizinhança. Mas no final, o caminhão de mudança acaba voltando com o amigo pra mesma casa. Essa estrutura é basicamente a mesma do outro filme que eu postei, que foca no sofrimento do personagem por algo, mas termina bem.

A pequena milionária (1993)

Esse filme é praticamente a história do filme brasileiro Central do Brasil, onde uma mulher quer levar um menino até o pai e isso vira uma longa viagem. Aqui é assim: um cara foi contratado pra ir atrás de uma menina que fugiu de casa pra procurar a mãe biológica. Eles se encontram e acabam nessa longa viagem. É simplesmente isso, a graça do filme é justamente a participação da atriz Jennifer Love Hewitt, 4 anos antes de participar de Eu sei o que vocês fizeram no verão passado. Incrível como em 4 anos ela mudou tanto.

quarta-feira, 22 de junho de 2022

Confusões amorosas (2003)

Esse filme tem um começo bem interessante: três mulheres que descobrem que têm um caso com o mesmo homem, acabam se juntando para se vingar dele, mas ele acaba ficando desacordado quando vê as 3 juntas e elas têm que fugir com o corpo dele quando a polícia vai procurá-lo em casa. É uma situação bem parecida com o filme Tentação fatal, que isso acontece com 3 alunos e uma professora, e nesse momento o filme me deixou esperando o desfecho dessa situação. Mas o que podia ter sido quase como um suspense psicológico virou um besteirol para mulheres, como se elas agissem sem pensar e tomando atitudes bestas. Uma pena que o roteiro não aproveitou o começo bem interessante. No geral, é a mesma estrutura dos filmes de comédia romântica, que gira em torno de um homem na dúvida com qual mulher fica: nesse, ele não fica com nenhuma delas.

terça-feira, 21 de junho de 2022

Dawson's Creek (temporada 2, episódio 13)

Esse capítulo é bem consistente, até parece que dura mais de 1h mas é apenas 40 minutos. A história desse é sobre a atriz que vai interpretar o papel no filme do Dawson, que é referência à Joey. Então a menina (que fez o filme Ela é demais) vai atrás da Joey pra tentar imitar os trejeitos dela pra criar a personagem, o que acaba sendo uma ironia e uma metalinguagem em relação à própria série, mesma artimanha narrativa que o Kevin Williamson usou em Pânico 2 e 3. Muito interessante.

Chico Bento - Falta alguma coisa


 

Quadro: Mona Lisa (1506)

O Brasil foi descoberto em 1500, e 3 anos depois o Leonardo da Vinci começava a pintar o quadro da Monalisa, acabando em 1506. Ou seja, esse quadro tem quase a idade do descobrimento do Brasil. Isso é muito interessante, como a noção de Brasil que a gente tem é muito diferente dos europeus. A respeito do quadro, ele não me diz muita coisa, mas ele representa o padrão de beleza da época, dessa mulher que foi modelo pro pintor.

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Você está apaixonado, Charlie Brown! (1967)

A história aqui é praticamente um romance mas que não foca exatamente em um casal e sim na tentativa do Charlie Brown de se declarar pra uma menininha ruiva. Ele passa todo o filme (que tem menos de 30 minutos) tentando lidar com o fato de estar apaixonado e a pressão de se declarar antes que a escola entre de férias e ele não consiga falar com ela, que é da escola dele. Aí, no final, ele não consegue, até que ela deixa uma cartinha pra ele dizendo que também gosta dele. E a partir daí, começa uma nova espera dele pelo dia que vão voltar de férias e ele vai reencontrá-lá. 

domingo, 19 de junho de 2022

Chapolin - O abominável homem das neves (1976)

Esse episódio tem um suspense interessante, a respeito de uma figura assombrosa, que dá título ao episódio. O casal formado pelos atores que fazem o Kiko e a Florinda no Chaves, está numa casa isolada na neve, quando são assombrados pela figura do tal homem das neves (que é o Seu Madruga), convocam o Chapolin, o homem surge e eles descobrem que era um ator contratado pelas empresas de turismo para atrair turistas interessados na lenda. Acho muito legal esses capítulos do Chapolin que explora outros gêneros e não fica só na comédia. 

terça-feira, 14 de junho de 2022

Turma da Mônica - Vida de gente grande (2018)

Esse episódio me pareceu uma crítica às crianças que querem crescer muito rápido. Cebolinha e Cascão começam a achar Mônica e Magali infantis e começam a falar de empregos, cursos e casamento. Mas a Mônica desconfia que eles estão fingindo como parte de um plano, e fica testando pra ver até onde eles estão fingindo. Bem interessante essa crítica ao amadurecimento precoce, tudo tem seu tempo.

Turma da Mônica - Perdidos no meio do nada (2002)

Esse capítulo mostra Cebolinha, Cascão e o pai do Cascão perdidos no deserto, depois que o carro enguiçou. Eles encontram um camelo, um homem perdido que disse ter tido uma visão de uma uma mulher loira, e logo depois encontram um oásis. Só que... Na verdade isso era um campo isolado onde estava acontecendo a gravação de um filme, todas essas pessoas eram atores e o camelo era um boneco. O diretor desse filme lembra um pouco o Steven Spielberg.

domingo, 12 de junho de 2022

Os inocentes (1961)

É mais um filme adaptado do livro A volta do parafuso. Uma babá vai cuidar de 2 crianças num casarão no meio do nada, até que começa a ser assombrada por um homem e uma mulher que morreram na casa há um tempo atrás. Só que as crianças estão sendo usadas pelos mortos para perturbar essa babá. Em 2020, eu fui no cinema assistir o filme Os órfãos, sem saber que também era uma adaptação do mesmo livro, que inclusive é um dos muitos livros citados na série LOST, quando o Desmond fala pro Locke pegar algo atrás de A volta do parafuso. Além da série A maldição da mansão Bly, que é basicamente um remake da história. E o que eu gosto em assistir filmes antigos, preto e branco, de 60 anos atrás, é justamente entender a cronologia das coisas e a origem, pois pouquíssimas coisas são realmente novas, a grande maioria é uma adaptação ou continuação de algo já feito. Por isso, eu gostei bastante desse filme.

sábado, 11 de junho de 2022

A maldição da mansão Bly (temporada 1, episódio 1)

Essa história é tão simples, mas causa um fascínio tão inexplicável que já teve tantas versões desde o livro original, até filmes e agora série. É a história do livro A volta do parafuso, que fala sobre dois órfãos que moram numa mansão e conhecem a nova babá deles. Tem um filme chamado Os órfãos também, de 2020, que é uma adaptação da mesma história, só que esse, no final, deixou tudo tão confuso que eu sinceramente não entendi. Mas foi uma boa surpresa encontrar essa série que faz uma nova adaptação. E também de alguma forma essa série pode ser vista como sequência da série A maldição da mansão Hill, mas não entendi se é uma segunda temporada ou uma antologia.

Tudo começa com umas pessoas contando histórias de terror numa casa, quando uma mulher começa a contar a dela: a partir daí o que a gente está vendo é um flashback do que ela está contando. Ainda não entendi qual a ligação dessa mulher com a história, se ela é a babá que foi cuidar das crianças, ainda não ficou claro. Mas essa estratégia narrativa de colocar alguém contando algo e atraindo a atenção de outros personagens, como meio de nos fazer ter a mesma atenção é bem interessante, inclusive é a mesma técnica usada no filme Titanic, quando a Rose conta a história dela pros pesquisadores. E a princípio as crianças a recebem bem, mas depois começam a ser estranhas, como quando prenderam ela no armário. Eu já tinha ido embora de lá.

sexta-feira, 10 de junho de 2022

Psicose (1960)

Direto ao resumo: uma mulher foge com o dinheiro do chefe, acaba se hospedando em um hotel que tem um recepcionista meio estranho, com uma mãe estranha que mora no casarão atrás do hotel. Durante a noite, a mãe invade o quarto da hóspede e a mata enquanto toma banho, o filho recolhe o corpo e joga num pântano, até que o desfecho da história é que a mãe dele está morta há mais de 10 anos. O que aconteceu: ele se passava pela mãe morta, mas não totalmente consciente disso. 

Hoje em 2022, a gente tem uma extensão dessa história bem grande, com 4 filmes sequenciais, além de uma versão alternativa, um remake, um filme sobre os bastidores, uma série de televisão chamada Bates motel e um legado que não dá pra medir pois de certa forma Psicose influenciou todos os filmes que viriam depois do mesmo gênero, como Halloween na década de 80, Pânico na década de 90, dois filmes que também ficaram marcados pelo impacto cultural que causaram. 

A única coisa que me incomoda nos outros filmes de Psicose é o vilão ter ganhado mais espaço que os personagens principais, pois pra mim a história é sobre a mulher que foge com o dinheiro e não sobre o assassino. E é muito interessante como a ausência dela em mais da metade do filme causa uma obrigatoriedade dos outros personagens agirem por conta própria, porém tudo continua girando em torno da ausência dela. Quando a gente assiste ao filme Hitchcock, que mostra os bastidores de Psicose, a gente entende muito melhor o que se passou na cabeça do diretor em cada momento, inclusive de onde ele tirou a história: foi um caso real.


sábado, 4 de junho de 2022

O entretenimento atual ainda é feito com foco no público da geração dos anos 80 e 90

Em 1997, 25 anos atrás, eu tinha 11 anos. Lembro perfeitamente desse ano, principalmente dos filmes que assisti, pois era um evento assistir filmes, em casa com amigos ou no cinema. O mais marcante pra mim foi ter assistido O mundo perdido - Jurassic Park, que eu ainda não tinha idade pra ver no cinema, mas esperei ansiosamente pra chegar na locadora de fita VHS perto da minha casa, além dos filmes Pânico e Eu sei o que vocês fizeram no verão passado que também saíram nesse ano. Na verdade, Pânico já tinha saído em 1996 e Pânico 2 estava chegando em 1997. E além disso, outros filmes foram saindo nesse estilo, como A noiva de Chucky, uma regravação de Psicose, Halloween - 20 anos depois, entre outros. Sem contar que filmes de aventura pra crianças também era um gênero forte, e um dos principais da época foi Jumanji.

Agora corta pra 2022, 25 anos depois. Veio uma geração inteira dos anos 2000 e 2010, muitas mudanças de mentalidade por conta da tecnologia, pra gente chegar no seguinte cenário: o entretenimento hoje de cinema principalmente ainda busca aquele público dos anos 90 que eu faço parte. Tudo isso que eu comentei está em alta agora. Jumanji ganhou mais 2 filmes. Pânico acabou de lançar o quinto filme, já com produção iniciada do sexto. Eu sei o que vocês fizeram teve uma série no final de 2021. Halloween teve uma trilogia nova, que começou em 2018, ano passado teve mais um, e esse ano vai ter o último. Psicose voltou como a série Bates Motel. Chucky voltou com uma série também. E Jurassic Park acabou de estrear com um filme que não só finaliza uma trilogia, mas ainda finaliza histórias abertas desde o filme de 1993. Ou seja, o foco de todas essas produções é pegar o público pela nostalgia, continuando histórias que eles se apegaram na infância e trazendo personagens antigos. E eu falo o seguinte: é como rever velhos amigos que eu não ouvia falar há muito tempo. E isso é o que mais valeu a pena nesse ano de 2022. Rever a Sidney, a Gale e o Dewey depois de tanto tempo, além de ver o público no cinema cheio de dúvidas sobre alguns assuntos que o filme citava dos filmes anteriores do Pânico sem entender, mas que eu sabia tudo. Ou rever Alan, Ellie e Ian, trio do Jurassic original, com todos os trejeitos e modos de falar característicos. Então se você não pegou essa fase dos anos 90 e mais ainda dos anos 80, desculpa mas nada disso foi pensado pra você. E muito provavelmente as pessoas que estão indo apenas para se divertir um pouco sem entender as bases do filme, vai sair confusa e achando os filmes ruins, pois não passaram pelo seguinte processo: ter sido marcado por cada filme numa fase da vida diferente.

  • Os Jurassic eu vi assim: o 1 com 7 anos, o 2 com 11, o 3 com 15, o 4 com 29 anos, o 5 com 32 e agora o 6 com 35 anos.
  • Os Pânico foi o 1, 2 e 3 na adolescência, além das sátiras, pra depois voltar com o 4 quando tinha 25 anos, a série Scream com 30 anos, pra ver também o quinto filme com 35 anos.

Essa é a diferença. 


sexta-feira, 3 de junho de 2022

Jurassic World - Domínio (2022)

Ainda preciso digerir direito esse filme. Mas numa primeira impressão ele é bem diferente dos 5 anteriores, também é o primeiro filme que não se passa mais na ilha e não tem parque, já que os dinossauros ficaram de vez soltos no mundo. O que acontece aqui: ele não é apenas mais um filme de sequência, ele é uma conclusão. E o que isso significa:  o filme se preocupou em responder muitas coisas deixadas em aberto nos filmes anteriores, então por isso ele focou bem menos nos dinossauros pra explicar situações dos personagens.

E quais são essas situações que foram abordadas?

  • lan Grant e Ellie Satller são só amigos ou tem algo a mais?
  • Ian Malcolm tem quantos filhos?
  • Ellie tem quantos filhos?
  • Ian escreveu mais algum livro?
  • Qual o desfecho da história do Doutor Wu?
  • Qual a história da mãe da Maisie?
  • Onde estão os ex-funcionários do Jurassic World?
  • Como vão conseguir conter os dinossauros?
  • Onde estão Zia e Franklin?
  • E a principal questão respondida nesse filme: O Dodgson que aparece no começo do primeiro filme negociando com o Dennis Nedry o roubo dos embriões está aonde, e pra que ele queria os embriões?

terça-feira, 31 de maio de 2022

Dawson's creek (temporada 2, episódio 12)

Esse capítulo aborda a relação dos personagens com os pais, principalmente do Pacey. Mas acaba tocando no assunto indiretamente com todos os personagens, principalmente pela busca do reconhecimento do pai do Pacey, ou pela mãe do Dawson tratar a Joey como uma filha, ou o pai do Jack e da Andie ter abandonado eles... É bem interessante e emotivo.

domingo, 29 de maio de 2022

Quadro: A mãe de Whistler (1871)

Quando eu assisti o filme do Mister Bean, em 1997, que foca em um quadro que o personagem acaba estragando, eu jamais imaginaria que fosse um quadro real, que foi feito em 1871, 126 anos antes do filme. E o mais interessante é que no filme não citam o nome original do quadro, que é na verdade Arranjo em Cinza e Preto nº1, e não A mãe de Whistler. O quadro foi, obviamente, uma retratação da mãe do autor, e é até um quadro bem simples, mas talvez essa simplicidade traga tantas interpretações subjetivas de quem vê, que acaba tendo sua importância. O que eu achei interessante é que no quadro, há outro quadro na parede da casa, o que poderia acabar servindo como uma metalinguagem.

sexta-feira, 20 de maio de 2022

Moda e personalidade

Um assunto que muita gente já conversou comigo, inclusive me questionando, sobre como algumas pessoas "param" no tempo e continuam gostando de coisas antigas, que de certa forma não estão mais em evidência. O que acontece: eu não acredito na moda, e acho que há um tipo de pessoa que segue alguma tendência criada por outra pessoa, mas quando ela faz isso, deixa a própria essência de lado, ou seja, nega a própria personalidade pra se uniformizar a um grupo. Eu lembro da minha infância por exemplo, nos anos 90, tinha muitos grupos musicais diferentes dentro do mesmo estilo. Pagodeiros, sambistas, grupos de axé, rap, MPB, e eu não gostava de nenhum deles, inclusive dentro da minha casa era muito comum, mas eu acabei me identificando mesmo com o Raimundos em 1999, o que acabou sendo um diferencial, além de uma identificação autêntica com algo que combinou com a minha personalidade. Dois anos depois, o Raimundos teve seu fim, e eu com todos os discos comprados, tentei deixar a banda de lado também, tentei gostar do Charlie Brown Jr, o que também acabei gostando, aí depois veio o CPM 22, que eu gosto mas não tanto, e um monte de outras bandas que eu gosto mas não como o Raimundos: O Rappa, Pitty, Penélope, Skank, etc. Então eu pensava o seguinte: por que eu vou deixar o Raimundos de lado, se eu sinto vontade de ouvir as músicas? Então eu simplesmente retomei, e entendi que pra mim, o Raimundos podia passar de moda que eu continuaria gostando. Até que, de repente, por volta de 2007, a banda retoma e tá até hoje ai. Esse exemplo serve pra muitas outras coisas que também aconteceram assim: os filmes dos anos 80 e 90 que eu adorava assistir, como por exemplo, Gremlins, Os Goonies, Jurassic Park, Pânico, Máquina mortífera, Eu sei o que vocês fizeram no verão passado, todos esses e muitos outros eu realmente gostava e ainda gosto muito de reassistir. Isso serve também pros gibis da turma da Mônica que eu era assinante quando era criança, pras fitas VHS, fitas K7, Walkman, Discman, ouvir rádio, vitrola, tocar violão, todas essas coisas combinam muito com a minha personalidade. Além disso, eu passei praticamente toda a minha infância, adolescência e metade da vida adulta sem celular, o primeiro que eu tive foi em 2009, eu já tinha 23 anos, e era só pra ligar, não tinha rede social nem Whatsapp, que só veio em 2016, ou seja, eu vivi 30 anos da minha vida da forma tradicional, presencial, e não virtual. E onde é o problema nisso? Nada mais disso está na moda na década de 2010 e 2020.

Eu podia parar de ouvir rock, gostar de funk e sertanejo. Eu podia trocar toda minha coleção de fitas e CDs e ouvir tudo pela internet apenas. Eu podia deixar meus filmes antigos de lado e tentar gostar dos filmes de super herói, filmes baseados em séries de livros. Podia sim. Só que são coisas que eu já tentei, mas não gostei. Faltou algo. E esse algo é justamente a identificação. Até por que daqui a pouco isso tudo passa de novo, e as pessoas vão mudar atrás de outra coisa, que elas nem sabem o que vai ser. Tenta imaginar o seguinte: o pagode está no auge, aí alguém vai e começa a se vestir como pagodeiro, pinta cabelo de loiro e tudo; depois isso passa e vem a época do reggae, a pessoa deixa uns dreak no cabelo, passa a andar largado; depois vem a época do funk, o cara passa a falar várias gírias, bonezinho baixo, óculos espelhado, camisa de marca; aí isso tudo passa e vem a época do emo, a pessoa deixa uma franja enorme, passa a se vestir de preto, andar de all star com uma mochila cheia de broches; aí passa de novo isso e vem a época do sertanejo universitário, a pessoa deixa um corte de cabelo e barba específico desses cantores, passa a usar umas roupas mais apertadas... Isso sem contar o tanto de hábitos que vem junto com isso: beber demais, fumar narguile, virar vegano, tatuar o rosto, além do que eu acho pior que é viver uma vida mais virtual do que presencial. Eu estou usando exemplo de música e estilo, mas isso serve pra tudo. Consegue imaginar alguém que faça isso tudo e tenha personalidade? Eu não.

E o que é a personalidade então? É o que você tem de único. E a moda não dá espaço pra isso, é o comportamento de grupo. Todo mundo tá fazendo então vamos fazer também. E é aí que tá o erro. Somos pessoas específicas, o tênis que cabe no meu pé 42 não vai caber num pé 36. Isso serve pra tudo. Só que as pessoas estão se adequando a isso, escondendo quem realmente são e o que querem pra agradar a maioria, com medo de críticas ou de serem deixados de lado. Só que não vão, elas vão encontrar outras pessoas que entendam e gostem das coisas que ela goste também. E o que eu percebo mais é que quem questiona sobre isso é uma galera muito nova ainda, na faixa dos 18 aos 25 anos, que precisa que alguém diga o que eles têm que fazer. Ou seja, chegamos realmente ao fim da humanidade, pois esse comportamento me lembra os zumbis dos filmes, apenas vagando por aí.  E o que eu percebo também é que essa galera costuma andar com pessoas da mesma faixa de idade e isso cria uma ilusão de que todo mundo está fazendo a mesma coisa, quando não está: o grupo que segue a moda é muito pequeno realmente. E no fundo, a moda quer lançar o "novo" mas esse novo não existe. Tudo fica velho muito rápido. A gente cresceu vendo Chaves, que era dos anos 70, assistindo desenhos animados dos anos 40, grande parte dos livros que a gente leu na infância é de 1800 e pouco. Se você for na origem mesmo vai entender que o novo não existe. Ou seja, a moda não existe. Ou seja, quem segue a moda está se auto negando em troca de nada. Tem até uma música do Raimundos que fala o seguinte trecho: "Eu sei que tem gosto pra tudo. A moda vai, a moda vem, o tempo passa e eu não mudo". Também me remete a música da Pitty, Máscara: "Tira a máscara que cobre o seu rosto. Seja você, mesmo que seja estranho". Ou do Charlie Brown: "Se for fazer uma coisa então faça com vontade. Seja você, não fure os olhos da verdade. Não sou como você quer que eu seja, eu sou quem eu sou".

Chamas da vingança (2022)

Esse filme é baseado numa história do Stephen King, e isso significa que: ele não necessariamente terá um desfecho, vai tratar de temas sobrenaturais com drama, e que envolva crianças. Tem muitos filmes dele que são assim. O que acontece nesse: uma menina descobre que os pais dela passaram por alguma experiência estranha quando eram mais novos, e por causa disso, ela nasceu com poderes - de colocar fogo em locais apenas com o poder da mente. E aí tem uma equipe de pessoas interessadas no poder dela, pra fazer o mal, e tentam capturá-lá. A história é basicamente isso mesmo. Descobri que o livro foi lançado em 1980 e já tem uma versão em filme lançada em 1984. 

sexta-feira, 13 de maio de 2022

Do que as mulheres gostam (2000)

Direto ao resumo: um homem acaba tomando um choque elétrico na banheira, no dia seguinte acorda com a capacidade de ouvir o que as mulheres estão pensando. A partir daí, ele começa a tirar proveito disso, tanto para tirar vantagem da nova chefe dele, roubando as ideias que ela está pensando, também isso ajuda-o a se aproximar da filha e além disso, ele consegue prever que uma mulher vai se suicidar e evitar que isso aconteça. No geral, o filme é uma comédia romântica, a situação principal do filme é a relação dele com essa chefe. 

Dawson's Creek (temporada 2, episódio 11)

Esse episódio é o primeiro que focou em uma personagem específica sem ser o grupo principal: Abby. Ela encontra um bilhete que alguém deixou cair na sala de aula, e tenta descobrir qual dos casais que escreveu. Com isso, ela consegue fazer todo mundo brigar entre si, mas no final, depois de levar uma bronca da Jennifer, ela se arrepende. Termina com uma mudança interessante: Jen e Jack se aproximam, Joey e Dawson fazem as pazes.

Dawson's Creek (temporada 2, episódio 10)

Dawson e Jen produzindo o filme, escolhendo atores. Joey fazendo um desenho do Jack sem roupa, uma analogia ao Titanic. Pacey e Andie falando sobre intimidade. O episódio termina mostrando os 3 casais passando a noite juntos.

terça-feira, 10 de maio de 2022

A noite dos mortos-vivos (1990)

É praticamente a mesma história do filme de 1968: uma mulher e o irmão estão no cemitério, são atacados por um morto-vivo, o irmão morre, ela foge e se abriga numa casa e encontra várias pessoas lá. O que muda: o desfecho da história é diferente, bem mais interessante que original. Aqui, a personagem principal não morre, e o personagem que morria no final do filme original por engano, se mata nesse e vira zumbi depois disso. Outro ponto bem interessante é que a mulher entra num confronto com um cara que estava na casa, e no final acaba o matando e o queima junto com os mortos vivos. Muito interessante assistir os dois filmes seguidos e poder comparar.

Quadro: O grito (1893)

O grito é o nome desse quadro, que foi pintado por um norueguês chamado Edvard Munch, em 1893. A pintura mostra um homem em angústia, como se estivesse gritando. E não por acaso, a máscara do filme Pânico foi baseada nesse quadro, por isso que o título original do filme é Grito (Scream).

A noite dos mortos-vivos (1968)

Muito interessante como a época dos filmes preto e branco rendeu filmes bem feitos, que são tão bons pela produção e cenas de susto que eu assisti sem nem me incomodar a falta de cores do filme. O começo me pegou muito: dois irmãos, sendo um homem e uma mulher, estão indo num cemitério visitar o túmulo do pai, quando de repente são atacados por um homem, que na verdade era um morto-vivo. Ela consegue fugir, se esconde numa casa, e a partir daí o filme se mantém nesse único cenário, até que chega mais um cara também procurando refúgio, e depois ainda descobrem que no porão já tinha 5 pessoas se escondendo também. Essa galera toda fica tentando achar um meio de sair dessa situação enquanto a casa é cercada pelos mortos-vivos, mas não adianta, nenhum deles sobrevive. Esses mortos se alimentam da carne deles. E a explicação que o filme tenta supor é que aconteceu algum tipo de radiação que despertou esses mortos, que estão inconscientes. O final termina de uma forma bem trágica: o último sobrevivente que fica na casa, esperando os mortos irem embora, quando sai para verificar se já ta tudo bem, é atingido na cabeça com um tiro de um grupo de homens que vinha fazendo a varredura pra acabar com eles. Ou seja, lutou tanto pra morrer por engano. 

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Música nova dos Raimundos

Não é exatamente um lançamento da banda, mas o Digão postou no Instagram dele como autoria dele e de um parceiro, não sei se vai lançar junto com a banda ou talvez num projeto paralelo. Mas tá ai.