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quarta-feira, 10 de março de 2021
Duro de matar (1988) - Indicado por Cassio Kippe
Fringe (temporada 1, episódio 2)
Comparação de cenas: ET - O extraterrestre X Pânico
Por acaso, reparei numa coincidência entre esses dois filmes. Além dos dois terem a Drew Barrymore no elenco, nos dois filmes ela grita quando toma um susto e alguém coloca a mão na boca dela pra ela não gritar. Será coincidência?
sexta-feira, 5 de março de 2021
Curta-metragem que eu participei, em 2016, numa oficina de filmes de terror, no Sesc Bauru (SP)
Esse vídeo foi feito na oficina de curta-metragem de terror no Sesc Bauru, em 2016. A ideia proposta era fazer uma referência entre o nome da cidade com o nome do sanduíche Bauru, por isso as 3 partes do vídeo incluem o lanche na trama. A oficina durou 4 dias, onde todos os participantes atuaram desde o roteiro, produção, atuação e direção. Após finalizado, o curta foi exibido numa sessão especial na unidade do Sesc.
Rebecca, a mulher inesquecível (1940)
The Office (temporada 8, episódio 1)
Peguei aleatoriamente esse episódio pra ver, pois queria ver algo com a atriz Ellie Kemper. Essa série se passa dentro de um escritório, então tem muitos personagens que é até difícil guardar quem é quem. Mas tem uma dinâmica e um estilo de filmagem que eu não lembro de ter visto em outra série. Vamos ao episódio: o novo chefe da equipe faz uma lista, de duas colunas, então ele divide a equipe em dois grupos, fica um mistério até revelar o que significava. E era o seguinte: de um lado estavam os que o chefe considerava vencedores e do outro, os perdedores. Só que o subchefe vai até o chefe questionar e dizer o motivo pelo qual os outros também são vencedores. É bem simples, mas tem um fundo de amizade e parceria entre colegas de trabalho. E os personagens sempre olham pra câmera como se falassem com a gente diretamente. Gostei.
Máquina Mortífera 2 (1989)
Esse filme tem tudo que tinha no primeiro, de certa forma é uma repetição da fórmula que fez sucesso, só que não fica cansativo em nenhum momento, pelo contrário, as cenas de ação são de tirar o fôlego literalmente. Resumindo: os dois policiais agora precisam proteger um cara que vai testemunhar contra uns bandidos que fazem lavagem de dinheiro, que querem matar ele. E o motivo é o seguinte: esse cara participava do esquema de lavagem de dinheiro, fazendo uma transação bancária, só que ele começou a tirar uma parte do dinheiro pra ele, os outros descobriram e agora querem matá-lo. Só que começa um ataque desses caras contra os próprios policiais, além de tentar matar o Riggs afogado, mas ele consegue se salvar, mas a namoradinha dele não. E olha só, tem um revelação bem importante sobre o primeiro filme, um desses bandidos aí foi responsável pela morte da mulher do Riggs que ele já vinha sofrendo há anos, matou pensando que era ele, por engano. E descobrimos mais uma coisa interessante sobre o Riggs: ele consegue sair de uma camisa de força, deslocando o ombro. E a filha do Murtaugh, participa de uma propaganda sobre camisinha, o que leva a uma zoação coletiva em cima dele. É um filme policial com toques sutis de comédia.
terça-feira, 2 de março de 2021
Prelúdio para matar (1975)
WandaVision (episódio 3)
Continua no mesmo clima dos 2 anteriores, mas começa um suspense interessante aqui. Eu sei que tem uma ligação com os filmes de super heróis, mas eu estou vendo a série isolada em si, sem fazer essa conexão. O que acontece nesse: A Wanda está grávida, e o mistério acaba em torno de uma amiga que ajuda no parto dela, que aparentemente é alguém perigosa. Só que não ficou claro pra mim ainda quem ela é. E esse capítulo é bem engraçadinho também, gostei muito.
Todas as mulheres do mundo (temporada 1, episódio 1)
É um romance trágico. Um cara se apaixona por uma mulher que tem namorado, convence ela a terminar com ele, óbvio que depois que ela também se apaixona por ele, ela termina, os dois ficam juntos... Mas aí eles se separam quando ele quase traiu ela, mas parou quando interpretou que tinha recebido um sinal pra parar. E pode ser que fosse mesmo, já que ela estava quase chegando na casa dele, depois de ter desistido de viajar, largando tudo no aeroporto e voltando pra casa dele. Só que ele não aguenta e conta da quase-traição, aí a história reverte de novo, a mulher tenta voltar com o ex que ela tinha terminado pra ficar com ele, os dois brigam. E no final disso tudo, ela diz pra ele que vai pra Europa. Bem dramático, tem que ter uma paciência emocional pra lidar com tantas indas e vindas desse relacionamento. Enfim, a história vale pela carga poética, citações à livros e filmes, e a trilha sonora da Marisa Monte. Ainda bem, que agora encontrei você.
Cidade invisível (temporada 1, episódio 1)
Série bem interessante, tem uma mitologia que aborda os personagens do nosso folclore. A história começa quando, no meio de uma festa junina, uma mulher morre quando a floresta em volta pega fogo, deixando pai e filha sozinhos. A história se mantém com eles. A menina gosta do folclore e lê um livro sobre. O pai começa a investigar situações estranhas envolvendo uma morte coletiva de peixes, inclusive de um boto que aparece jogado na praia. Só que esse boto também é um personagem do folclore, depois de um tempo morto, ele se materializa em humano. Esse episódio é bem básico ainda, mas já deu pra entender que esses personagens do folclore estão todos envolvidos na morte desses peixes e também na morte da esposa dele.
Virgin River (temporada 1, episódio 1)
Historinha de romance que lembra bastante seriados clássicos como Dawson´s creek e The OC, onde a história dramática era o que sustentava o seriado. Resumindo: uma mulher chega na cidade pra trabalhar numa clínica médica e aparentemente tudo tá aquém das suas expectativas. Então, ela vai conhecendo algumas pessoas da cidade, principalmente um dono de um bar, que até então se tornou uma pessoa que ela confia. Agora, tem uma história que está sendo mostrada por flashbacks, que me deixou mais curioso pra ver, que envolve a irmã dela e o bebê que acabou de ter. Mas não explicou muito ainda, vamos ver nos próximos.
Máquina mortífera (1987)
Eu sempre prestei atenção na relação entre os dois personagens principais na história, mas dessa vez eu consegui entender melhor o tipo de investigação que eles estão fazendo. No começo do filme, uma mulher se joga de uma varanda. Depois quando vão investigando, chegam até outra mulher que suspeitam de ter envenenado ela. Chegam até o pai da que morreu e descobrem que essa mulher que envenenou foi mandada por um grupo de traficantes, que mataram a filha dele como uma forma de aviso caso esse cara entregue informações sobre o tráfico. E os traficantes quando descobrem que o cara tá entregando eles, o matam e sequestram os dois policiais e torturam perguntando o que o cara contou pra eles. Só que eles conseguem sair disso e matar os traficantes no final.
Agora, o que é legal mesmo nesse filme tá nos personagens principais. São dois policiais. Um acabou de fazer 50 anos e é meio lento. O outro é bem mais novo, meio paranoico, tem uma tendência suicida, e é muito obcecado por resolver as coisas. Uma cena que ele vai tentar convencer um cara a não se jogar de um prédio, e acaba pulando junto com o cara. Outra cena que ele fica a pé e o bandido foge de carro e ele vai correndo atrás do cara que nem um maluco. Sensacional. Martin Riggs, um dos meus personagens favoritos.
Gravidade (2013)
Olha, tem filme que parece que não tem um roteiro específico, que o diretor só quer mostrar uma sensação o filme todo. Eu senti isso no filme Náufrago quando o cara fica na ilha o filme todo só sobrevivendo dia após dia, no filme Mar aberto onde um casal fica sozinho em alto mar o tempo todo e no filme Sombras da vida onde uma mulher fica sozinha numa casa sendo vigiada pelo fantasma do marido, sem diálogo nenhum. E isso acontece aqui também. O filme todo mostra uma mulher perdida no espaço depois que teve um acidente na estação espacial onde ela estava, e o resto do filme inteiro é ela tentando voltar pra Terra. E volta. Fim. Acho que talvez o sentido do filme é dar essa sensação de estar solto, sem chão, até finalmente chegar em terra firme.
domingo, 28 de fevereiro de 2021
Novidades sobre: Pânico 5, Jurassic Park 6, Space Jam 2, Jogos mortais 9, Invocação do mal 3, Matrix 4, Olhos famintos 4, Lenda urbana 4 e as séries Brinquedo assassino e Eu sei o que vocês fizeram no verão passado
- Pra começar, Pânico 5, já tem data de estreia, 14 de janeiro de 2022, com a volta do elenco principal e do Kevin Williamson, dessa vez só como produtor.
- Jurassic Park 6 também já tem data marcada para 10 de junho de 2022, fechando a segunda trilogia, trazendo muita gente do elenco original de 1993.
- Space Jam 2, sequência daquele filme que tinha o Pernalonga jogando basquete, vai ser lançado dia 16 de julho de 2021.
- Jogos mortais 9, em 21 de maio de 2021 já está aí, é um filme que me deixa curioso pra saber o que vão inventar.
- Invocação do mal 3, em breve estreia: 4 de junho de 2021.
- Matrix 4 está programado para 1 de abril de 2022.
- Olhos famintos 4, ainda sem data de estreia, está previsto pra 2021 também.
- Lenda urbana 4, ainda sem nada confirmado, surgiu como proposta de ser feito, vamos aguardar.
- Brinquedo assassino, continuando a história dos filmes, está prevista para 2021 ainda e vai se chamar só Chucky;
- e a série adaptada de Eu sei o que vocês fizeram no verão passado, que parece que vai ser uma adaptação do livro dos anos 70, e não uma continuação dos filmes, já está com elenco selecionado, mas não tem data de lançamento ainda.
sábado, 27 de fevereiro de 2021
Um milhão de maneiras de pegar na pistola (2014)
Tudo tem seu público. Tem gente que gosta de filmes de aventura, comédia romântica, filme pra rir, filme pra chorar, filme que passe uma mensagem profunda e filosófica sobre a vida, filme de terror e suspense com um mistério pra solucionar... E tem gente que goste de filmes que são apenas pra rir. Não é feito pensando em ganhar Oscar, apenas ser um pouco irônico sobre algumas situações envolvendo comédia besteirol, ou seja, que vai mostrar alguns temas que não é pra todo mundo, ou melhor, é pra quem sabe rir. Às vezes o filme erra também, quando passa dos limites, como é o filme Fora de casa, eleito o pior filme de 2001. E quando acerta, que é o caso desse do post, é muito bom.
Resumindo a situação como um todo: se passa na época do faroeste, onde um cara que acabou de ser largado pela namorada, se envolve com outra mulher, sem saber que era esposa de um bandidão, tudo isso pra impressionar a ex. Ou seja, tem um romance no fundo. A maioria das piadas está no personagem principal e o jeito que ele analisa algumas situações do velho oeste. Inclusive o título original do filme é Um milhão de maneiras de morrer no velho oeste, que é um dos temas que ele vive comentando. Se não bastasse a perfeição desse filme, ainda temos um crossover com os filmes De volta para o futuro 3 (onde o velho professor aparece) e com outro filme do Quentin Tarantino que se passa na mesma época, Django livre. Destaque para a atriz Charlize Theron que deixou o filme muito mais charmoso. Nota 10.
O chamado 3 (2017)
Estranho esse filme ter sido feito tanto tempo depois do segundo. Embora não seja o tipo de filme que eu prefira dentro do gênero do terror, tenho que admitir que a mitologia em torno da Samara é até interessante, um bom entretenimento. A cena inicial desse é sensacional, com a Samara aparecendo num avião, nas telas dos assentos. Mas depois a história volta ao mesmo ponto de sempre e acaba virando uma repetição do que foi visto antes. A questão aqui é que já tem muitas pessoas acompanhando a maldição como um estudo mesmo, e a partir daí são descobertas novas cenas que surgiram do nada, depois que uma menina aparece na situação. E ela vai atrás da história a fundo, chegando até o pai biológico da Samara, ou seja, o outro era adotivo. Enfim, é isso. Então, pra finalizar, a saga O chamado, da versão dos EUA são 3 filmes, de 2002, 2005 e 2017. Ah, e tem a participação do ator que faz o Max em Eu sei o que vocês fizeram no verão passado, 20 anos depois.
domingo, 21 de fevereiro de 2021
O chamado 2 (2005)
Achei esse muito melhor do que o primeiro. A história deixa a fita de lado, já que ela é queimada, pra focar em outra história. A Samara Morgan, que é um espírito, tenta entrar no corpo do menino do primeiro filme. Acaba conseguindo, mas a mãe dele percebe por um detalhe importante. Que o menino não chama ela de "mãe", chama pelo nome, então quando ele chama de "mãe" ela percebe que é a Samara. O final da história: a mulher é puxada pela Samara pra dentro do vídeo, uma cena bem inesperada. E dentro do vídeo ela consegue fechar o poço e deixar a Samara presa. Agora, tem um erro muito descarado nesse filme: no primeiro, ficou claro que quem fazia uma cópia do filme estava livre da maldição, nesse parece que se esqueceram disso e além de fazer a cópia é preciso que outra pessoa assista... Não era bem isso não. Como filme pra tomar susto, esse foi melhor que o primeiro, embora eu ainda ache que a história não faz o menor sentido. Tem uma cena também de um ataque de animais contra um carro, de perder o fôlego.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021
Lost (temporada 1, episódio 20)
Aquele episódio que dá raiva. Com tanto personagem ruim ou chato, como o Sawyer... Quem morre é o Boone. Pensando em toda a trajetória dele desde o começo, querendo ser proativo, ajudar, mas se tivesse ficado quieto na dele tinha continuado vivo. Por mais triste que seja, acho que esse é disparado o melhor episódio da série toda, onde todas as histórias de cada um deles se encontram de alguma forma. E marca o primeiro momento de luto na série. Por outro lado, há uma reflexão sobre a vida e sobre a morte, pois no mesmo momento, o filho da Claire nasce. Então além disso, é um episódio poético demais. Esse tipo de situação faz Lost ser mais do que uma série sobre uma ilha. Não! A história se passa na ilha, mas é sobre coisas muitos mais profundas sobre a vida. Adeus, Boone. Ah, o flashback do Jack é sobre ele aceitando que não pode consertar tudo, e na ilha ele tenta ajudar o Boone, então esse é o tema implícito.
Lost (temporada 1, episódio 19)
Esse episódio é o começo da reviravolta da série, que é basicamente o seguinte: Locke começa a ter uns sonhos que ele acha que são sinais e seguindo uma intuição chega até um avião pequeno que estava pendurado num penhasco. O que acontece é que o Boone sobe lá e acaba caindo junto com o avião, ficando todo ensanguentado. A questão aqui nesse episódio é que o Locke no passado seguiu também uma intuição quando resolveu doar um rim pro seu pai que estava com risco de morte, sendo que ele não conhecia esse pai, acaba conhecendo por intermédio da mãe dele que se aproxima dele. E o Locke, tanto no presente quando no passado, seguiu uma intuição que deixou um trauma. E no final, ele batendo na porta da escotilha, como se estivesse clamando à Deus, ou à Ilha (como uma entidade), ou ao pai dele no passado... E de repente a luz acende lá de dentro, só pra deixar ele mais confuso ainda. Realmente incrível.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021
Banda: Speed Of Light
O chamado (2002)
terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
Minha opinião sobre: a saída do Rodolfo dos Raimundos
Bom, esse assunto sempre acaba voltando, pra quem acompanha as notícias sobre o rock brasileiro, quando os Raimundos vão em qualquer programa de televisão ou na internet sempre é resgatada essa questão que foi a saída do vocalista dos Raimundos. Eu peguei o auge da banda lá em 1999, quando a música Mulher de fases fez a banda ser conhecida nacionalmente, embora eles já tivessem lançado cinco discos de sucesso, que eu nem fazia ideia, mas acabei comprando todos e passei a acompanhar a banda a partir de então. Em 2000, eles estavam constantemente na MTV pois passava um show que eles gravaram num DVD com 40 músicas, passava constantemente, era muita reprise. E esse foi o último momento com a formação original: no caso, em 2001, o vocalista Rodolfo anunciaria no susto que estava largando a banda. 20 anos depois, aqui estamos nós, depois de tantas discussões e acusações tanto do lado da banda que restou quanto do Rodolfo, acabou que o Rodolfo e o guitarrista da primeira formação que virou vocalista Digão, anunciam as pazes. E agora vem a minha opinião...
Primeiro, eu nunca achei realmente ruim a saída dele. Digo que eu nunca lamentei. Eu sempre pensei que foi encerrada uma fase e que começaria outra. Eu continuaria a ouvir os 6 primeiros discos do Raimundos com a voz dele, sem problemas. O que veio depois disso eu curti bastante. O Rodolfo fez uma banda que era praticamente um projeto solo com músicos convidados, que levava o nome artístico dele, Rodox. Depois de dois discos, o Rodox encerra também e o Rodolfo passa a cantar músicas com tema evangélico, que foi o motivo principal que culminou na saída da banda. Têm várias músicas que eu gosto bastante, outras nem tanto, mas eu gostei de ver esse outro lado dele pós-Raimundos. O Raimundos, a mesma coisa. Eles continuaram lançando discos, de 2001 até 2017 foram (1) Éramos 4 (2) Kavookavala (3) Ponto qualquer coisa (4) Roda viva (5) O embate do século (6) Cantigas de roda (7) Cantigas de garagem (8) Acústico. Além de projetos paralelos dos integrantes como a dupla Dênis e Digão e a banda Supergalo. Então, em questão de material pra ouvir teve muita coisa pra conhecer. Somando tudo que saiu referente à Raimundos e de cada integrante isolado são mais de 28 discos. É coisa pra caramba.
Agora, sobre as discussões que tiveram nesse tempo. O Rodolfo alegou que ele saiu da banda pois ele usava muita droga e a igreja ajudou ele nisso, beleza, mas isso não justifica, a música não está interligada à droga, era só ele ter parado com isso e continuado na banda ou iniciava uma nova fase na própria banda. Ele saiu da banda sem avisar antes, foi um erro que ele mesmo já assumiu, podia ter terminado os shows que já estavam agendados e finalizado com uma grande turnê de despedida, lançava vários cds com material que já estava guardado e pronto, teria terminado bem com o resto da banda e mantinha os fãs. Já pelo lado do Digão, não acho que ele deveria ter ido pra cantar, primeiro porque o jeito que o Rodolfo cantava era muito rápido e o Digão muitas vezes se embola em algumas partes; e segundo, pois acho que ele era um grande guitarrista, e quando o Marquinho entrou no lugar dele como guitarrista eu achei meio fora do grupo. Hoje depois de 20 anos eu até prefiro a banda como está hoje, mas pra época, 2001, no susto, todo mundo acostumado com a voz de um cara e de repente muda, ficou estranho. E muita coisa se fala sobre as declarações que o Rodolfo dá sobre a época do Raimundos, que ele se arrepende: é óbvio que ele se arrepende, mas não quer dizer que isso tire a importância da banda, é uma opinião dele hoje, mas fizeram muita polêmica em cima disso principalmente porque ele ainda recebe um retorno financeiro com direitos autorais pelas músicas, que no caso, aqui eu já acho que o Rodolfo está errado, não de receber, mas ele deveria dar mais apoio e incentivo à banda que ainda sustenta ele em partes. E sobre o Digão cantar e às vezes culpar o Rodolfo pelo fracasso que a banda teve no momento da saída dele, isso eu já acho errado também, já que ele ganhou o posto de vocalista e o cara que saiu não tá mais decidindo nada da banda, então cabe aos 4 que estão trabalharem pra compor e lançarem músicas boas, só isso.
Deixando bem claro que sou muito fã, tanto do Rodolfo como do Raimundos e de cada integrante, é a banda da minha vida junto com Charlie Brown, embora eu goste de outras bandas dos anos 90 como Rumbora e O Surto. E me anima saber que depois de 20 anos brigados, os dois estão bem, e, quem sabe, ainda montem uma nova banda, sei lá. Ou até fazer uma turnê oficial com a formação original, acho que até o público evangélico do Rodolfo iria gostar da ideia. Vamos aguardar.
Agora, não posso deixar de comentar um assunto aqui... O Rodolfo já citou em várias entrevistas que ele ficava incomodado com o assédio dos fãs, não gostava de ser tratado como ídolo e que agora ele quer só falar de Jesus, que o ídolo é ele. Só que, esse pessoal evangélico que ele aborda agora, não gosta dele também, nunca gostou. O que eles gostam é de ter um famoso do lado deles também pra propagar o que eles acreditam. Então infelizmente o Rodolfo só mudou o lugar, até porque o público crente adora um fanatismo também. Música gospel é um mercado também. E mais ainda, quando um cantor de uma banda de sucesso do jeito que o Raimundos era em 2001 (com 6 discos de sucesso estourados nas rádios e MTV, e com contrato pra mais 3 discos já assinados) resolve largar tudo, muita gente apoiou, mas por mais que seja uma história de libertação, é a vida do cara, a carreira dele, sem a qual ele seria um anônimo qualquer. Então achei erradíssimo isso, inclusive faltou orientação de algum líder da igreja em orientar ele. E quem concorda com o jeito que ele fez o negócio não viu a situação como um todo, destruindo a carreira dele, da banda toda, sendo que podia ter tantos jeitos melhores de ter feito isso, não precisava ter sido assim... Saudades dessa formação!
domingo, 14 de fevereiro de 2021
Lost (temporada 1, episódio 18)
Esse talvez seja um dos episódios que se você pular você não vai entender mais nada. O que acontece aqui talvez seja uma das histórias que deveriam ter sido mostradas mais no começo, pois ela norteia toda a série. Ou talvez, por outro lado, terem colocado essa história bem depois foi uma surpresa inesperada. Vamos ao resumo: o Hurley descobre que a francesa tem umas anotações de uns números, uma sequência de seis números (4, 8, 15, 16, 23 e 42) que por uma coincidência absurda são números que ele ouviu de um cara numa época que ele ficou internado num hospital psiquiátrico, acabou jogando na loteria, ganhou, porém os números causaram muitas tragédias na vida dele, fazendo com que ele ache que os números tenham algum tipo de maldição. E o mais interessante é que, a partir daqui, a gente percebe que desde o começo esses números aparecerem de alguma forma escondida, como por exemplo no número do voo 815 e em muitos momentos. E aí se cria o mistério: o que são esses números afinal?
Lost (temporada 1, episódio 17)
Depois desse episódio, eu acredito que a série ganhou uma coisa mais grandiosa, é uma mega produção, bem dirigida, história maravilhosa. Vou explicar o porquê. Esse episódio é sobre o casal coreano, principalmente por que todo mundo meio que se vira contra o Jin depois de uma briga que ele e a Sun tiveram, onde ele acaba descobrindo também que ela fala inglês. E aqui entra outro ponto muito comum na série que é alguém acusando outra pessoa de ter feito algo que não fez. No caso, a jangada é queimada e a culpa acaba recaindo pro Jin, mas no final a gente descobre que foi o Walt. E é um dos melhores finais dessa temporada a Sun se libertando da pressão de não usar biquíni enquanto caminha na praia. Além disso, é o começo do relacionamento do Sayid com a Shannon.
Lost (temporada 1, episódio 16)
Episódio mostrando o passado do Sawyer. A questão desse é explicar o que aconteceu com ele e por que ele está "perdido". É interessante esse conceito levantado pela série e pelo título que é sobre estar perdido. Se a gente observar vai ver que cada um desses personagens está "perdido", perdeu o chão, de algum jeito aconteceu alguma reviravolta na vida que tirou as certezas que eles tinham. No caso do Sawyer, ele quando criança presenciou o efeito do golpe financeiro que um amante da mãe dele deu nela e no pai, sendo esse o motivo pra que o pai matasse a mãe e depois se suicidasse. E o pior é que quando ele foi se vingar, mata o cara errado. E na ilha, ele entende que um dos javalis está de alguma forma se vingando dele como se fosse esse cara que ele matou. E, olha só, quem acabou incentivando o Sawyer a finalizar esse plano foi o pai do Jack numa conversa de bar depois que ele fugiu do país dele.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021
59 filmes que eu gosto de todos os gêneros
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021
WandaVision (episódio 2)
O segundo capítulo envolve um show de mágica, onde quase acabam descobrindo os poderes que o casal tem. O estranho é que aparece um helicóptero de brinquedo que é a única coisa colorida do programa, num estilo que A lista de Schindler fez pra destacar uma menina em meio à guerra. Gostei também de uma cena onde o Visão engole um chiclete e o jeito que o diretor achou pra fazer o trajeto do chiclete grudando nas juntas dele foi interessante, como um desenho interno do personagem. Aqui começa a ficar algo mais misterioso, mas ainda não dá pra ter a mínima noção do que tá acontecendo.
WandaVision (episódio 1)
Primeira coisa feita pela Marvel que eu realmente virei fã. A série parece aqueles seriados antigos estilo A feiticeira, mas que em algum momento vai dar uma virada na história. Mas esse aqui eu gostei muito, é uma história bem bobinha e leve. Antes vou explicar o que significa o título, é o nome do casal principal, Wanda e Vision (que é um robô chamado de Visão). O enredo desse gira em torno de quando percebem que estava marcado no calendário alguma coisa que esqueceram, até se lembrarem que era um jantar pro chefe do Visão. E a confusão fica em torno da Wanda cozinhando, uma coisa bem estilo Mister Bean. Quero ver onde isso vai dar. Uma curiosidade, descobri que a Wanda é interpretada por uma das irmãs Olsen, olha só que interessante.
Gilmore Girls (temporada 1, episódio 1)
Essa série é daquelas que você gosta logo de cara, óbvio pra quem gosta de séries como The OC e Dawson´s Creek, que são histórias do cotidiano. Nessa série aqui é sobre a relação de uma mãe com a filha, que todo mundo acha que são irmãs pois a mãe é bem nova. A situação central desse episódio é que a menina passou pra uma faculdade, a mãe fica muito animada, mas ela não quer ir pois acabou de conhecer um cara que está afim, que é um dos atores do seriado Sobrenatural. Isso tudo acaba gerando uma discussão entre as duas, o engraçado é que depois dessa briga cada uma senta num canto da casa e acaba colocando a mesma música no rádio enquanto reflete no que está acontecendo. Talvez isso justifique o título brasileiro: Tal mãe, tal filha. Gostei também da citação ao filme O bebê de Rosemary e do livro As Aventuras de Huckleberry Finn.
Fonte da foto: aqui
Gossip Girl (temporada 1, episódio 1)
Esse episódio de estreia mostra a relação estranha entre a Serena e a Blair, duas amigas que agem de maneira duvidosa uma com a outra. Essa Serena voltou pra cidade de onde ela foi embora alguns anos atrás, há um mistério ao redor do que aconteceu. E essa Blair que diz que a Serena é a melhor amiga dela, exclui ela de uma festa que está dando, praticamente expulsando ela quando chega de repente. E a Serena também não é santa, ela já se envolveu com o namorado da Blair. Um rolo doido. O título aqui no Brasil é A garota do blog, pois tem uma narradora que nunca foi exatamente revelada quem era, que posta tudo que acontece num blog anônimo.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
Brinquedo assassino 7 - O culto de Chucky (2017)
O filme continua de onde o anterior parou, fechando um novo ciclo não só nos dois últimos filmes, mas na franquia inteira. Vamos ao final: depois de 7 filmes, o Chucky consegue passar pro corpo de alguém e se livrar do boneco. Destaque pra volta do menino Andy, da trilogia original, agora bem mais velho, mas é o mesmo ator. E o título é esse pois agora o Chucky pode se multiplicar em vários corpos, ou vários bonecos. Ou seja, tem várias versões do boneco. O resto do filme se passa nessa instituição mental bem estranha, com muita luz em todos os quartos e corredores. As mortes são todas bem aleatórias e gratuitas. O legal que há uma rápida citação à série do Hannibal, o Chucky reclama que acabou. Esse é o fim da história original. Aí então teve mais um, remake, de 2019, que fechou a octologia.
Brinquedo assassino 6 - A maldição de Chucky (2013)
Chegamos ao sexto filme, e entramos numa nova fase da franquia. Se os 3 primeiros envolviam o menino Andy, e o 4 e o 5 são sobre a noiva e o filho, essa nova fase é basicamente um desfecho que retoma muita coisa dos filmes originais, querendo explicar o passado do Chucky enquanto era vivo. E é muito satisfatório: lá no primeiro filme quando ele fugia da polícia antes de ser morto e encarnar no boneco, ele estava fugindo pois tinha se envolvido com uma mulher que entregou ele pra polícia e que estava grávida dele, só que ele esfaqueia a barriga dela, o que faz o bebê nascer paralítico, explicando que a menina nova que ele está atacando é paralítica, ou seja, é filha dele. E a atriz que faz a filha dele é a filha do ator na vida real, muito louco isso.
O que faltou aqui foi explicar como o Chucky passou de novo pra outro corpo, mas tudo dá a entender que foi a Tiffany, que volta numa cena final. Uma cena bem interessante desse filme foi que o boneco foi colocado com uma câmera dentro pois um marido desconfiava que a esposa dele estava tendo um caso com a babá, e quando a menina cadeirante descobre que o boneco tem um espírito nele, e tenta avisar essa mulher, ela acha que está falando da câmera que tem dentro. E uma cena que eu achei muito longa foi quando o Chucky coloca veneno de rato na comida de alguém e não dá pra saber quem comeu o veneno, fica naquele jantar fazendo um suspense enorme até revelar quem foi. E o fim: a filha dele vai pra uma instituição mental, pois é tida como louca.
Brinquedo assassino 5 - O filho de Chucky (2004)
Depois de ter um filme nos anos 80, três filmes nos anos 90, chegou a década de 2000, onde só teve esse filme isolado, porém continuando o que foi deixado no último filme, 6 anos antes. A história desse é a mais bagunçada que eu nem sei consigo explicar direito. Vou tentar: o filho do Chucky agora vive como um fantoche de circo, foge e vai atrás dos pais dele, que foram mortos no filme anterior. Porém, o amuleto que ele ficou do caixão serve pra transferir a alma dele pra qualquer corpo mesmo após a morte. E, ao mesmo tempo, estão criando um filme real sobre Chucky e Tiffany, onde têm dois bonecos servindo como parte da atuação. O que o filho faz: ressuscita os pais nesses bonecos. A parte complicada vem agora: a atriz Jennifer Tilly, que já faz o papel da Tiffany e continuou fazendo a voz dela quando boneca, agora faz um segundo papel, onde ela é a Jennifer Tilly, ou seja, ela mesma, interpretando um filme fictício que ela mesma foi a atriz que fez a personagem da história original. Embora confuso, o filme é bem divertido principalmente pela fala do filho do Chucky quando diz que não se vê como um assassino e influenciando os pais a saírem dessa vida. Tem uma cena que a Tiffany chega a ligar pra alguém pra pedir desculpa por ter matado o marido dela. Simplesmente hilário. Outra discussão bem legal é sobre o filho dizendo que não se vê como menino ou menina, e fica naquela discussão se vai ser Glen ou Glenda. E isso é uma referência a outro filme chamado Glen ou Glenda, de 1953, que depois eu vou querer assistir só pra entender. O final: Chucky termina morto, mas a Tiffany consegue passar pra outro corpo e tem dois bebês que aparentemente subdividiram essa questão do sexo do filho como boneco. Esse final avança 5 anos na história ou seja, está em 2009.
Brinquedo assassino 4 - A noiva de Chucky (1998)
O título desse é só A noiva de Chucky, mas eu quero deixar como Brinquedo assassino 4 pra facilitar quem for assistir na cronologia. Como o título já diz, entra uma nova personagem que nem foi citada nos 3 anteriores, o que gerou muita curiosidade pra ver que história é essa agora. O nome dela é Tiffany, ela recolhe os restos do boneco depois que foi triturado no último filme, costura tudo (o que deixa o Chucky com uma aparência diferente) e depois o Chucky acaba matando ela e passando a alma dela pra uma boneca também. A grande questão aqui que o escritor inventou pra ter alguma história foi que eles precisavam pegar um amuleto que estava no caixão do Chucky quando ele foi morto, que seria útil nessa transição de corpo, sendo que isso nunca foi citados nos filmes anteriores. Eles conseguem ir até o caixão e pegar, mas não conseguem finalizar mais uma vez o plano de transferir a alma. O resto do filme é só uma desculpa pra ter um monte de mortes aleatórias. Termina com a Tiffany parindo um bebê boneco, tornando a mitologia dessa saga cada vez mais complexa. É importante destacar que o filme faz um paralelo com o filme Pânico 2, de 1997, em dois momentos: primeiro, a capa dos dois filmes são dois rostos em close; segundo, que o personagem Randy do Pânico 2 cita que toda sequência de filme de terror tenta expandir a história pra algum parente do assassino original, como foi com o Jason e a mãe dele, e logo depois a história do Chucky se expande pra noiva.
Brinquedo assassino 3 (1991)
Esse foi bem rápido depois que o segundo fez sucesso, mas a história dá um avanço de 10 anos na linha do tempo que talvez fosse desnecessária, mas mesmo assim interessante. Andy volta, agora com 16 anos, numa escola militar, e adivinha, o Chucky volta pra tentar fazer o que não conseguiu nos 2 anteriores, passar a alma dele pro corpo do menino. E adivinha de novo, não consegue. De certa forma, o que é interessante nesse filme é o cenário e os novos personagens, no caso a equipe dessa escola militar. O Chucky é bem malvado sem motivo, ele troca um monte de balas em rifles, tirando as balas de tinta por balas de verdade. Imagina a confusão. O filme termina num parque de diversões vizinho à escola, onde o Chucky acaba triturado naqueles ventiladores enormes. Aqui se fecha a trilogia original, com o mesmo personagem principal: Andy.
Brinquedo assassino 2 (1990)
Basicamente, é a mesma história do primeiro filme, já que o Chucky não consegue passar a alma dele pro Andy, indo atrás dele novamente. Particularmente achei esse bem melhor que o primeiro, embora tenha uma falha no roteiro muito estranha. Me refiro a saída da mãe do Andy da história, alegando que ela poderia estar errada sobre o Chucky ser quem é. E aí passam o menino pra uma família adotiva que já tinha uma irmã mais velha. E os dois policiais que presenciaram a história no final do primeiro filme? Eles não deram o depoimento deles também? Ficou bem mal explicado isso. Enfim, isso é recorrente em vários filmes de terror, alguém que sempre duvida que algo está acontecendo. Tirando isso, a melhor cena do filme é o final onde os dois irmãos postiços vão até a fábrica onde os bonecos são fabricados. Fazem uma lambança lá enquanto fogem do Chucky. Detalhe pra ele perdendo a mão e colocando uma faca no lugar. Sensacionalmente trash.
Brinquedo assassino (1988)
A história do Chucky no começo é a parte mais interessante, já que mostra como o assassino Charles Lee Ray transferiu a sua alma pro boneco. Detalhe que lá pro sexto filme a gente tem um flashback explicando mais ainda sobre isso. Mas essa é a história básica dos 5 primeiros filmes: o Chucky passa a alma dele pro boneco momentos antes de morrer, depois ele tem que repassar a alma pra outro humano antes que ele fique definitivamente preso no formato do boneco. E ele só pode passar a alma pra primeira pessoa que ele revelou quem era, no caso é o menino Andy, que recebeu o brinquedo de presente da mãe.
Assim, o filme é bem trash, mas que virou clássico acho que justamente por trazer um assassino que é um boneco. Os anos 80 trouxe uma fonte rica nesse tipo de filme, muitos filmes ficaram bem esquecidos, sendo mais lembrados os que tinham algum diferencial. No caso, Jason, Freddy Kruegger, Michael Myers e, dentro dessa turma, o Chucky. Outra coisa estranha é como faziam tanto filme de terror envolvendo crianças. Além do Chucky, tinha Poltergeist, Colheita maldita, Halloween... Não se tinha nenhuma preocupação em causar traumas nas crianças.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
35 músicas de 35 bandas diferentes que eu gosto
Me perguntaram esses dias que tipo de música eu gostava. Obviamente respondi o que eu estava mais habituado e o que realmente eu gosto há mais tempo, Raimundos desde 1999 (ou seja, 22 anos) e Charlie Brown Jr comecei a gostar mais em 2001 (há 20 anos). Mas depois fiquei refletindo e percebi quantos outros grupos, de tantos estilos diferentes eu gosto. Por isso resolvi fazer esse TOP 35.
- 1) Raimundos - Herbocinética
- 2) Charlie Brown Jr. - Sou quem eu sou
- 3) CPM 22 - Mentiras novas
- 4) Pitty - Emboscada
- 5) O Rappa - Mar de gente
- 6) Skank - Nômade
- 7) Rumbora - Mal do mundo
- 8) MC Loma e as gêmeas Lacração - Envolvimento
- 9) Raça Negra - Sozinho
- 10) Avril Lavigne - Nobody´s Home
- 11) Tihuana - Uma noite
- 12) Nirvana - In Bloom
- 13) The Carpenters - Yesterday once more
- 14) The Cranberries - All Over Now
- 15) Blink 182 - Adam´s Song
- 16) Ramones - The KKK take my baby away
- 17) Legião Urbana - Andrea Doria
- 18) Paramore - Still into you
- 19) Linkin Park - Pts.Of.Athrty (Points of Authority)
- 20) The Offspring - All I Want
- 21) Bad Religion - Punk rock song
- 22) Cássia Éller - Por enquanto
- 23) Marisa Monte - Ainda bem
- 24) Falamansa - Avisa
- 25) Bloodhound Gang - The bad touch
- 26) Lilly Allen -Not fair
- 27) Red Hot Chili Peppers - Can´t Stop
- 28) The Strokes - Juicebox
- 29) Jessie J - Price Tag
- 30) The Black Eyed Peas - My Humps
- 31) Lou Bega - Mambo No. 5
- 32) Eminem - Without me
- 33) Sandy - Pés cansados
- 34) Natiruts - Goove bom
- 35) Melim - Meu abrigo
Harry Potter e a pedra filosofal (2001)
Olha, se eu tivesse visto esse filme na infância, seria um dos meus favoritos, mas vendo hoje, com 34 anos, me parece muito infantil e bobo, mas não deixo de ver que é uma história legal que é pra outro público. Mesmo assim, eu esperava mais, mas acho que o problema foi a minha expectativa. Eu esperava um filme com começo, meio e fim... E aqui é só o começo do começo, é o Harry indo conhecer a escola de bruxos, ele conhecendo os amigos dele. É até interessante, quando a gente vê não como um filme isolado, mas como uma série pro cinema, afinal a definição de série é justamente essa, as continuações. Vendo por esse lado, é bem legal mesmo e até fico na curiosidade de ver os outros. E o diretor Chris Columbus esteve envolvido nos grandes clássicos infantis Goonies, Gremlins, Uma babá quase perfeita e Esqueceram de mim 1 e 2.
American Horror Story (temporada 9, episódio 2)
Muito legal, a história avança com o mesmo desenrolar do episódio anterior, o mistério acontecendo e mais mortes. O legal são as referências... Em um momento ocorre um flashback do verão passado, clara referência à Eu sei o que vocês fizeram no verão passado. Tem uma cena de alguém espiando uma pessoa por um buraco enquanto toma banho, me lembrou uma cena de Psicose (a regravação). Uma coisa que ficou bem estranha é que um cara que morreu no passado está de volta com a mesma roupa e aparência daquela época e mesmo depois do assassino matar ele mais uma vez ele volta à vida. Esperar pra ver. E os posters de divulgação são bem legais, imitando os posters da época.
Quase famosos (2000) - indicado por Cynthia Coutinho
Filme bem interessante, conta a história de um menino que acaba se passando por jornalista e acompanhando uma banda de rock numa turnê para fazer uma matéria pra uma revista de música. Só que, além de ser muito ingênuo, acaba envolvendo a mãe dele que fica preocupada com essa viagem. E ele acaba se metendo numa polêmica quando expõe coisas particulares e obscuras dos bastidores da banda. Em resumo, é isso. Grande destaque da Kate Hudson como par do menino (Lolita ao contrário) e da Anna Paquin novinha. E o filme se passa nos anos 70, época de vinil e de um monte de coisa legal. É um ótimo filme como crítica ao jornalismo e ao ritmo frenético de bandas em viagens e shows. E muito divertido. Ah, e tem a direção do mesmo cara do Vanilla Sky, só que aqui ele tá muito mais inspirado. E acabei de descobrir que essa história é em parte real, o próprio diretor Cameron Crowe passou por isso.
sábado, 23 de janeiro de 2021
Conto: Um elemento de risco (Richard Deming)
Eu tenho alguns livros que são coletâneas de contos apresentados por Alfred Hitchcock. Um desses contos se chama Um elemento de risco. A história é basicamente simples com uma reviravolta no final.
Há um assassino conhecido como O assassino da meia, que depois de matar mulheres, coloca uma meia em suas bocas e leva o outro par embora. O problema começa a complicar quando um homem descobre no porão da casa da irmã dele, que é casada, vários indícios que deixam o cunhado dele como suspeito. Até que ele acaba sendo preso, mas enquanto estava na cadeia o tal assassino ataca novamente e isso se torna uma prova de que ele foi preso por engano. Só que a reviravolta final é que a irmã dele cometeu esse último crime pra fazer o marido ser solto. Ele era realmente o assassino.








































